
Autor: Robert J. Sawyer
Género: Ficção Científica
Edição: Mar/2010
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 288
Editora: Saída de Emergência
O que faria se tivesse um vislumbre trágico do seu próprio futuro? Tentaria mudar as coisas, ou aceitaria que o futuro é imutável?
Em Flashforward – Presságio do Futuro, é iniciada uma experiência científica que conduz ao inesperado: o mundo inteiro cai inconsciente por instantes e todas as mentes são projectadas vinte anos no futuro. Quando a humanidade desperta, o caos impera por todo o lado: carros arruinados, cirurgias falhadas, quedas, destruição em massa e um elevado número de mortes. Mas esse é apenas o início. Passado o choque das visões, cada indivíduo tenta desesperadamente evitar ou assegurar o seu próprio futuro vislumbrado… Expondo as perspectivas de várias personagens, Robert J. Sawyer realiza uma brilhante reflexão filosófica sobre viagens no tempo, consciência, destino e o que significa ser humano.
Autor:
Robert J. Sawyer, natural de Ottawa, Canadá, é um escritor de ficção científica multi-premiado, com mais de dezoito romances publicados e inúmeros contos em antologias e revistas do género. Foi vencedor dos prémios Hugo e Nébula e exerceu o cargo de presidente da SFWA (Science Fiction Writers Association).








Comentários
O livro tem uma linguagem bastante científica, o que para mim tornou difícil a leitura.
Acompanhamos a histórias de várias personagens, umas a tentar concretizar o que viram, outras tentam evitar o que viram na visão.
O livro é um pouco diferente da série.
Amiúde vão-nos sendo relatadas trágicas noticias, consequência do Flashforward, ao mesmo tempo que o Cern, e cada um em nome individual, tenta descobrir a razão deste fenómeno, para uns bom, para outros nem por isso. E é com a não conformidade de Dim, irmão de Theo que chegam à conclusão de que o ser humano é comandado pelo livre arbítrio e não segundo um destino fixo.
Eu pessoalmente não gostei de ler este livro, que é demasiado técnico, diria até filosófico, em algumas partes.
Comparativamente com a fabulosa série "Flashforward", posso dizer que a única coisa que tem em comum com este livro é um desmaio de dois minutos.