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"Sapatos de rebuçado" da Joanne Harris |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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09-Dec-2007 |
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Acaba de saír no mercado português a continuação do livro "Chocolate" da Joanne Harris, intitulado de "Sapatos de rebuçado".
A sinopse apresentada diz-nos que... "Após ter abandonado a aldeia de Lansquenet-sur-Tannes, cenário de CHOCOLATE, Vianne Rocher procura refúgio e anonimato em Paris, onde, juntamente com as suas filhas Anouk e Rosette, vive uma vida pacífica, talvez até mesmo feliz, por cima da sua pequena loja de chocolates. Não há nada fora de comum que as destaque de todos os outros. A tempestade que caracterizava a sua vida parece ter acalmado... Pelo menos até ao momento em que Zozie de l’Alba, a mulher com sapatos de rebuçado, entra de rajada nas suas vidas e tudo começa a mudar… Mas esta nova amizade não é o que parece ser. Impiedosa, retorcida e sedutora, Zozie de l’Alba tem os seus próprios planos – planos que vão despedaçar o mundo delas. E com tudo o que ama em jogo, Yanne encontra-se perante uma escolha difícil: fugir, tal como fez tantas outras vezes, ou confrontar o seu pior inimigo… Ela própria." Tal como os anteriores, este livro chega-nos através das Edições Asa e conta com 512 páginas numa publicação de capa mole. O preço é variável principalmente devido às promoções de Natal que podemos encontrar em muitos espaços, variando entre os 14 e os 16 euros, aproximadamente.
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1613 |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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30-Dec-2007 |
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Autor: Pedro Vasconcelos 268 Páginas
Sinopse
27 de Janeiro de 1613 é um dia histórico. A frota holandesa ataca a fortaleza de Solor e as consequências desse ataque mudam a vida de D. Manuel Álvares que, acusado indevidamente de ter fugido e de ter entregue a fortaleza, é levado a tribunal, em Goa. Num mundo impiedoso, os meios justificam os fins e D. Manuel precisa de todas as ajudas para salvar o seu nome. O reencontro com a mulher amada, a princesa Nenu de Solor, e a ajuda de um feiticeiro local levam-nos à verdadeira história.
As aventuras, os duelos, as traições, as intrigas, o ambiente tropical, a passagem pelos cultos hindus transportam-nos para uma magia irresistível num período muito conturbado e fascinante da nossa história: o retrato do Império Português das Índias, na época filipina. Um livro que relembra alguns aspectos menos conhecidos da saga desses homens que, abandonados pela longínqua pátria, tudo fazem para se opor à crescente influência holandesa na região. Excerto da obra
"Que importância tem a minha vida de militar? Porque é que não fugi com ela para a montanha quando me pediu? Estúpido orgulho. Maldito brio que me ensinaram; pensei com a cabeça, não com o coração. E agora? O que ganhei com isso? Perdi o forte. Perdi um amigo… ou mais que um, pensando bem. E perdi a mulher que amo…"
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1617 |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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30-Dec-2007 |
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Autor: Pedro Vasconcelos 288 Páginas
Sinopse
No dia 21 de Dezembro de 1613 nasce Miguel Molan, depois de um parto atormentado que leva Nenu para o mundo dos espíritos. A morte da bela Nenu deixa destroçado o português D. Manuel Álvares, que nunca mais recupera do desaparecimento do grande amor da sua vida, adoptando uma vida de introspecção. Mas o espírito de Nenu continua a pairar sobre a existência de quantos algum dia se cruzaram de forma significativa com o seu percurso pessoal. É o caso do oficial holandês, Peter Cornelius, que arrisca a sua segurança pessoal numa viagem até Goa, território português sob administração espanhola no período da anexação dos séculos XVI-XVII, para recuperar livros sagrados e libertar o padre Jaime, aprisionado pela Inquisição. Conta com a preciosa ajuda do jovem brâmane Simão, do veterano de guerra Christian van den Bosch e de um punhal mágico para libertar todos os prisioneiros do Palácio do Sabaio, em Cochim, no ano de 1617. Mas a expedição reserva ainda algumas surpresas. O percurso de vida de Miguel Molan vai cruzar-se com um ambiente mágico e exótico de uma época fascinante mas cheia de contradições: as traições e o sentido de honra, as intrigas e a entrega a causas aparentemente perdidas, os cultos hindus e o fanatismo religioso, o amor e a morte.Um romance que nos faz conhecer personagens que nos revelam as suas fragilidades e as suas grandezas num período singular da nossa História: o Império Português do Oriente.
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1808 |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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17-Mar-2008 |
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Autor: Laurentino Gomes Editor: Dom Quixote ISBN: 9789722035019 Ano de Edição/ Reimpressão: 2008 N.º de Páginas: 392 Dimensões: 15,5 x 23,5 x 2,2 cm
Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempo de guerra, reis e rainhas tinham sido destronados ou obrigados a refugiar-se em territórios alheios, mas nenhum deles tinha ido tão longe, a ponto de cruzar um oceano para viver e reinar do outro lado do mundo. Embora os europeus dominassem colónias imensas em diversos continentes, até àquele momento nenhum rei tinha posto os pés nos seus territórios ultramarinos para uma simples visita – muito menos para ali morar e governar. Era, portanto, um acontecimento sem precedentes tanto para os portugueses, que se achavam na condição de órfãos da sua monarquia da noite para o dia, como para os brasileiros, habituados até então a serem tratados como uma simples colónia de Portugal. D. João VI foi o único soberano europeu a visitar terras americanas em mais de quatro séculos e foi quem transformou uma colónia num país independente. No entanto, o seu reinado no Brasil padece de um relativo esquecimento que, quando lembrado, é tratado de forma caricata. Mas o Brasil de D. João VI não se resume a episódios engraçados. A fuga da família real para o Rio de Janeiro ocorreu num dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. Guerras napoleónicas, revoluções republicanas e escravidão formaram o cenário no qual se deu a mudança da corte portuguesa e a sua instalação no Brasil. O propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar de forma acessível a história da corte portuguesa no Brasil e tentar devolver os seus protagonistas à dimensão mais correcta possível dos papéis que desempenharam há duzentos anos. Como se verá, estes personagens podem ser, inacreditavelmente caricatos, mas isso é algo que se poderia dizer de todos os governantes que os seguiram, incluindo alguns actuais.
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A Casa na Praia |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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12-Sep-2008 |
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Autor: Anita Shreve Editor: Edições Asa ISBN: 9789892302966 Ano de Edição/ Reimpressão: 2008 N.º de Páginas: 272 Encadernação: Capa mole Dimensões: 15,5 x 23,5 cm
Pré-lançamento - disponível para envio a partir de 18-09-2008 Quando casou, Sydney estava perdidamente apaixonada pelo marido Andrew, um piloto de aviões carismático e aventureiro. Mas o medo de o perder num acidente de aviação quase a leva à loucura, deixando-lhe apenas uma alternativa: o divórcio. Quando voltou a casar, Sydney acreditou que nada tinha a temer, afinal Daniel era um jovem e pacato médico. Mas o destino prega-lhe uma partida, e o seu segundo marido morre subitamente no hospital onde trabalha. Desencantada e sem rumo, a jovem viúva aceita um emprego de Verão na magnífica costa do New Hampshire. O que ela não podia imaginar era que o amor ainda lhe reservava grandes surpresas.
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A Cor da Felicidade |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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06-Feb-2008 |
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Autor: Wei-Wei Editor: Casa das Letras ISBN: 9789724617084 Ano de Edição/ Reimpressão: 2007 N.º de Páginas: 272 Encadernação: Capa mole Dimensões: 15 x 23 cm
Para que não seja rotulada de ingrata, manda a tradição que a noiva chore sentidamente, mostrando aos convidados a sua tristeza por abandonar a casa paterna. Só após a «cerimónia das lágrimas» ela será ajudada a subir para a liteira que, também segundo a mesma tradição, deverá ser vermelha, a cor da felicidade. É, com efeito, o vermelho que, apesar das vicissitudes dos homens e dos desastres naturais, irá estar presente no dia-a-dia de Mei-Li, uma jovem que, obrigada a casar com Meng-Yu, trairá o marido com Jing-Ming, por quem se apaixona no dia do seu próprio casamento. Desse adultério nascerá uma filha que, ao contrário da mãe, poderá finalmente escolher o seu destino. Mais do que a história de uma vida que Mei-Li conta à neta, A Cor da Felicidade é principalmente a saga de uma família chinesa que se estende dos anos 20 até à proclamação da República Popular da China, hesitando entre tradições culturais e um pouco de modernidade trazida pela Revolução Cultural, numa China marcada por convulsões sociais, conflitos e… tons de vermelho.
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