Inquisição de Évora 1533-1668

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Autor: António Borges Coelho
Género: História de Portugal
Edição: Mar/2018
Páginas: 600
ISBN: 9789722129121
Editora: Caminho

 

 


Inquisição de Évora 1533-1668
carreia imensa informação que cobre as mentalidades, a sociedade, a vida urbana, a economia, a política, o direito, a antropologia, a psiquiatria.
As vítimas têm nome, morada e terra de nascimento. Contam estórias de dignidade e grandeza extremas e também de cruel abjeção. Os documentos conservam principalmente a voz dos inquisidores.

Eram clérigos - bacharéis, licenciados, doutores em Direito Canónico e teólogos. Mas também nos chegaram corajosos testemunhos oriundos do interior da mesma Igreja.
Das vítimas ficaram só as palavras registadas pela pena dos notários e escrivães do Santo Ofício. É impossível não escutar o seu eco.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Portugal na Espanha Árabe
A Revolução de 1383

Autor:

António Borges Coelho nasceu em Murça, Trás-os Montes, em 1928. O seu percurso devida é caracterizado por uma intensa atividade política e académica. É hoje um dos historiadores portugueses mais prestigiados. Foi Professor Catedrático da Faculdade de Letras de Lisboa, onde participou em numerosos júris de provas de mestrado, de doutoramento e de agregação e orientou inúmeras teses de mestrado e de doutoramento.
Autor de uma vasta e riquíssima bibliografia (em que se inclui também a poesia, o teatro e a ficção), participou em diversos congressos e reuniões científicas, nomeadamente em Espanha e no Brasil. Foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago e recebeu o Prémio da Fundação Internacional Racionalista. Deu a sua Última Lição em 11 de Dezembro de 1998, mas continua a dedicar-se com o mesmo entusiasmo à investigação e à divulgação daquilo que não é possível dissociar do seu nome: a História.

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"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato