Maria de Sanabria

 

 

  

 

Autor: Diego Bracco
Editora: Quinto Selo

Colecção «Estórias na História»

Em meados do século XVI, uma jovem nobre espanhola, Maria de Sanabria, foi protagonista de uma das expedições mais fascinantes que partiram em direcção ao Novo Mundo. Em companhia de outras mulheres, a sevilhana conquistou o mar num incrível episódio conhecido por poucos e relatado em diversos registos imprecisos.

Sobre o autor:

Diego Bracco, ítalo-uruguaio, nasceu em Copenhaga, em 1959, e actualmente mora em Sevilha. É professor de História, doutorado pela Universidade de Sevilha e pelo Programa de Doutoramento Europeu, e especialista em História Indígena. Desenvolveu trabalhos de pesquisa em diversos países. Publicou inúmeros livros académicos e diversos artigos. Entre os seus romances, destaca-se El mejor de los mundos, laureado com o Prémio de Narrativa da Universidade de Sevilha e com o Prémio Revelação da Feira do Livro do Uruguai. É investigador do Museu de Antropologia do Uruguai.

3 comentários
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Comentários

  • Roberta Gonçalves

    Abril 18, 2009 às 15:38
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    Tenho de confessar que não é dos melhores romances históricos que já li, mas a história acabou por me envolver e acompanhei a Maria na sua travessia e nas suas aventuras num mundo de homens onde para além de se proteger tinha como grande objectivo marcar a sua diferença.

  • Maria João

    Março 21, 2009 às 14:15
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    Bem eu gostei do livro. É pequenino, lê-se num instante de demonstrou-nos o que é possível concretizar quando a isso nos dispomos. Eu pessoalmente gosto muito de história e achei que em termos históricos estava bem conseguida. Não gostei do final, pois na minha opinião as coisas poderiam ter-se desenrolado de forma diferente. Quanto à tradução terei de concordar com o Sebastião, não é realmente das melhores, mas para fazer um melhor juízo teria de ler o original.

  • Sebastião Barata

    Fevereiro 6, 2009 às 16:44
    Responder

    A primeira militante feministaNão gostei muito deste livro. A história é curta e louva-se a vontade do autor que a fez render o máximo possível, certamente em atenção ao seu interesse histórico. Mas, na verdade, não passa da descrição da preparação e concretização de uma viagem às Índias (América do Sul), com as peripécias habituais de todas as outras compridas e arriscadas viagens marítimas da época: fomes, doenças, calmarias, tempestades, motins e assaltos de corsários. Só uma diferença: desta vez, seguia a bordo uma grande quantidade de mulheres, cujo objectivo era reduzir a mestiçagem dos europeus com as mulheres índias. […] Ler Mais...A primeira militante feministaNão gostei muito deste livro. A história é curta e louva-se a vontade do autor que a fez render o máximo possível, certamente em atenção ao seu interesse histórico. Mas, na verdade, não passa da descrição da preparação e concretização de uma viagem às Índias (América do Sul), com as peripécias habituais de todas as outras compridas e arriscadas viagens marítimas da época: fomes, doenças, calmarias, tempestades, motins e assaltos de corsários. Só uma diferença: desta vez, seguia a bordo uma grande quantidade de mulheres, cujo objectivo era reduzir a mestiçagem dos europeus com as mulheres índias. E tudo foi pensado e organizado por uma jovem, cujo objectivo principal era libertar-se e libertar as outras mulheres do estatuto de inferioridade de que era vítima o sexo feminino na sociedade daquele tempo.Ainda uma palavra para a tradução, que não achei muito cuidada, limitando-se o tradutor a fazer a transposição literal do castelhano para o português, de que resultou, por vezes, a utilização de termos menos habituais e uma sintaxe pouco habitual em Portugal, o que poderá dificultar a compreensão de alguns leitores. Read Less

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