Matadores - Como Matam os Portugueses no Século XXI

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Autor: Hernâni Carvalho
Género: Psicologia
Edição: Abr/2019
Páginas: 264
ISBN: 9789896661939
Editora: Contraponto

 

 

 

Dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez.
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte?
Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje.

Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional?
Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez.
Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.

Deste autor no Segredo dos Livros:
O Indíce da Maldade

Autor:

Hernâni Carvalho nasceu em Lisboa, em 1960, casado, tem dois filhos. Formado em Psicologia, fez estudos posteriores na área das Ciências da Religião. Jornalista-auditor de Defesa Nacional. Para a RTP fez reportagens de guerra na Bósnia, Honduras, Timor, Gana, Paquistão e Afeganistão. Integrou posteriormente as equipas de "Ponto por Ponto", "24 Horas", "Histórias da Noite" e "Telejornal". Depois de sair do canal público, publicou reportagens no Independente, Sábado e Correio da Manhã. Regressou à televisão pela porta da SIC, onde assinou crónicas policiais nos programas da manhã. Aceitou um convite para construir um projeto editorial em Angola e regressou aos ecrãs nos primeiros dias de 2007 a convite de José Eduardo Moniz. Na TVI assina a crónica "Crime, diz ele", colabora com a redação e com diversos programas da estação. Escreve também para a revista TV Mais e é coordenador editorial do site aeiou.pt.

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