Monte-Real

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Autor: Mário Nóbrega
Género: Romance Policial
Edição: Mai/2018
Páginas: 416
ISBN: 9789898844323
Editora: Lua de Marfim

 

 


Monte-Real é nome de família ribatejana senhorial. Tem um apego à terra expresso na criação do cavalo puro-sangue lusitano e na produção de vinho, actividades transmitidas de pais para filhos... até que um membro decide, com consequências nefastas, percorrer outro caminho, o do futebol.

Um romance policial que prende o leitor da primeira à última página através de uma viagem pelos quatro cantos do mundo e na qual a violência doméstica, o homicídio, a corrupção e o tráfico de influências exigem do FBI, da Interpol e da nossa Polícia Judiciária, o recurso à sua máxima competência para resolver um puzzle tão complexo quanto perigoso, com o carismático inspector Alfredo Medeiros, da instituição com sede na Gomes Freire, amante confesso de charutos cubanos, a ter uma acção preponderante na investigação.

Autor:

Mário Nóbrega, jornalista há 42 anos, deu os seus primeiros passos no mundo dos livros em março de 2010, com a publicação de A vida tem cada coisa..., editado pela Temas Originais. Trata-se de uma seleção de opiniões que escreveu no jornal A Bola, entre 2007 e 2009. Praticamente um ano depois, em fevereiro de 2011, continuou a sua viagem pelos livros com Marcha Atrás, uma seleção de histórias da sua infância e adolescência, vividas no bairro de Alcântara, onde nasceu, em 1950.
Optou, depois, por uma incursão pelo romance policial. Nesta área da literatura viu editados Um Mês (2011) e Futuro Risonho (2013).

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato