Morte na Arena

 

 

 

Autor: Pedro Garcia Rosado
Série: As Investigações de Gabriel Ponte (Vol. 2)
Edição: Set/2013
Páginas: 352
ISBN: 9789898626189
Editora: Topseller

 

 

Quatro homens são encontrados mortos num prédio devoluto, ao lado de um braço decepado que não pertence a nenhum deles. Poucos dias depois, outras partes do mesmo corpo começam a surgir espalhadas por Lisboa. Pertencem ao cadáver de uma jovem de dezasseis anos, filha de um dirigente político, que desaparecera meses antes.

A proximidade de Gabriel Ponte a uma das vítimas leva-o a envolver-se na investigação de ambos os casos, que estão sob a jurisdição da PJ e da sua ex-mulher, Patrícia Ponte. A eles junta-se a jornalista Filomena Coutinho, e os três acabam por descobrir um inferno escondido nos túneis subterrâneos de Lisboa. Numa arena criada à semelhança do circo romano, combatentes altamente treinados lutam corpo a corpo e massacram homens e mulheres inocentes, numa imitação dos combates de gladiadores da Roma Antiga, orquestrada por dois homens de leis.

Leia aqui as primeiras páginas.

Morte na Arena é o mais recente thriller de Pedro Garcia Rosado, que com Morte com Vista para o Mar deu início a uma nova série policial, dedicada às investigações de Gabriel Ponte nos submundos do crime.

Consulte o 1º volume desta série no Segredo dos Livros:
Morte com Vista para o Mar
Próximo volume: Morte nas Trevas.

Também deste autor no Segredo dos Livros:
Vermelho da Cor do Sangue

Autor – Pedro Garcia Rosado

Autor:

Pedro Garcia Rosado nasceu em Lisboa em 1955. É escritor e tradutor profissional, residindo atualmente no concelho de Caldas da Rainha. Foi jornalista e crítico de cinema.
Com
Morte com Vista para o Mar, publicada pela Topseller, inaugurou a coleção “As Investigações de Gabriel Ponte”, cuja personagens principais são este ex-inspetor da Polícia Judiciária, a sua ex-mulher Patrícia Ponte e e a jornalista Filomena Coutinho.
Desde 2004, publicou
Crimes Solitários, Ulianov e o Diabo, A Guerra de Gil (ed. Temas e Debates), O Clube de Macau (ed. Bertrand),  A Cidade do Medo, Vermelho da Cor do Sangue e Triângulo (ed. ASA).

Veja o booktrailer:

2 comentários
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Comentários

  • Sebastião Barata

    Janeiro 4, 2014 às 16:40
    Responder

    Depois de, no primeiro volume, ter ajudado a desmantelar um lobby da construção civil que visava a apropriação ilegal das potencialidades turísticas de uma zona da nossa costa oeste, neste segundo volume, Gabriel Ponte vai ver-se envolvido, involuntariamente, em mais um caso de corrupção e violência que envolve pessoas altamente colocadas na nossa sociedade. Desta vez, gente ligada à justiça e à política que se dedicava ocultamente à exploração do mais baixo que há na natureza humana, através da realização de combates nos subterrâneos de Lisboa, à boa maneira dos gladiadores romanos. Claro que, como tudo na vida, alguma vez […] Ler Mais...Depois de, no primeiro volume, ter ajudado a desmantelar um lobby da construção civil que visava a apropriação ilegal das potencialidades turísticas de uma zona da nossa costa oeste, neste segundo volume, Gabriel Ponte vai ver-se envolvido, involuntariamente, em mais um caso de corrupção e violência que envolve pessoas altamente colocadas na nossa sociedade. Desta vez, gente ligada à justiça e à política que se dedicava ocultamente à exploração do mais baixo que há na natureza humana, através da realização de combates nos subterrâneos de Lisboa, à boa maneira dos gladiadores romanos. Claro que, como tudo na vida, alguma vez algo vai correr mal e, felizmente, ainda há alguma gente honesta que vai ser capaz de os desmascarar.A escrita de Pedro Garcia Rosado é excelente para este género de thrillers, em que são descritas cenas de violência, por vezes bastante chocantes para sensibilidades mais impressionáveis. O autor utiliza uma linguagem do tipo telegrama, fria e com poucos adjetivos, com frases curtas. Começa por apresentar um prólogo com a cena de um crime horroroso que prende imediatamente a atenção do leitor e, lentamente, vai revelando pormenores, à medida que as investigações prosseguem. São estes "rebuçados" que tornam a leitura tão aliciante e mantêm o interesse do leitor da primeira à última página.Tenho alguma dificuldade em catalogar a literatura de Pedro Garcia Rosado, porque os seus livros não têm a estrutura habitual da literatura policial, de lançamento de suspeitas sobre um grupo mais um menos restrito de indivíduos, sobre os quais vai incidindo a investigação até que, na última página, o vilão é descoberto, geralmente o suspeito sobre o qual o autor tinha, habilmente, desviado a atenção do leitor. Nas obras de Pedro Garcia Rosado, cedo o leitor se apercebe de quem é o inimigo e o interesse da leitura está na descoberta da forma como ele age, da violência de que é capaz, da frieza posta na sua atividade clandestina e do erro que o leva à ruína. Parece-me um género de ficção muito mais arrepiante do que o policial, mais próxima da literatura de espionagem ou sobre sociedades secretas.Não li o volume anterior desta série, mas vou fazê-lo logo que possa, não só porque fiquei empolgado por este, mas porque descobri um fio condutor em toda a obra do autor: a convicção de que o KGB não se encontra verdadeiramente extinto. Os seus ex-agentes estão espalhados pelo mundo, na base de associações com fins menos honestos ou usados como infiltrados na nossa sociedade por partidos que pretendem fazer reviver o ideal comunista e levá-lo ao poder. Ulianov é mais do que um símbolo na obra de Pedro Garcia Rosado. Read Less

  • Sónia

    Setembro 14, 2013 às 18:57
    Responder

    [i]Morte com Vista Para o Mar[/i] fez-me descobrir a escrita de Pedro Garcia Rosado e um género pouco desenvolvido por autores nacionais. Refiro-me a [i]thrillers[/i]... A leitura de [i]Morte na Arena[/i] foi a confirmação de que esta série tem um enorme potencial. Neste volume, notei que a escrita é (ainda) mais cuidadosa, mais consistente, o que traduz uma evolução em relação ao anterior. Depois, toda a envolvência e cenários da acção são completamente fora do que se está habituado em livros deste género. Refiro-me aos crimes macabros decorridos nas profundezas da cidade de Lisboa...A obra está dividida por dias e, […] Ler Mais...[i]Morte com Vista Para o Mar[/i] fez-me descobrir a escrita de Pedro Garcia Rosado e um género pouco desenvolvido por autores nacionais. Refiro-me a [i]thrillers[/i]... A leitura de [i]Morte na Arena[/i] foi a confirmação de que esta série tem um enorme potencial. Neste volume, notei que a escrita é (ainda) mais cuidadosa, mais consistente, o que traduz uma evolução em relação ao anterior. Depois, toda a envolvência e cenários da acção são completamente fora do que se está habituado em livros deste género. Refiro-me aos crimes macabros decorridos nas profundezas da cidade de Lisboa...A obra está dividida por dias e, a cada um deles, corresponde um capítulo, cujo título, por si só, já desperta enorme curiosidade. Junte-se a isso uma escrita directa, nua, com poucos floreados e temos o mote para uma leitura pelo dia fora ou pela noite dentro. E isso é ponto assente: a partir do momento que se começa, a vontade de avançar na acção dá um ritmo frenético à leitura...Do ponto de vista das personagens, a sua estruturação é muito bem conseguida, verossímil e revestida dum cariz humano. No meio de descrições tão dantescas (que farão, certamente, as delícias dos amantes do género), apreciei toda a descrição que foi feita sobre Gabriel (ex-inspector da PJ, o solitário mas que almeja mais), Patrícia (inspectora da PJ, a ex-mulher, agora mulher de outro, mas com um passado mal resolvido, acho) e Filomena (jornalista, o terceiro vértice do triângulo e alguém que, no primeiro livro, supus ter uma personalidade mais vincada). Há espaço para as dúvidas, desejos e fragilidades pessoais, para dar luz à realidade familiar de cada um deles e para dar um toque real a tudo o que é escrito. Nesse particular, a ideia que fica é que aquelas personagens poderiam ser efectivamente reais.Um [i]thriller[/i] que tem a mais valia de reflectir a realidade e sociedade portuguesas e em que a componente histórica, no que diz respeito às lutas similares às dos gladiadores romanos, é muito bem conseguida. Só tenho um lamento a fazer... Ter que esperar até Maio de 2014 para ler o próximo volume... Read Less

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