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| Nostalgia entre Angola e o Puto |
| Domingo, 21 Março 2010 10:50 | |||
![]() Autor: Angelino Pereira Género: Crónica/Narrativa Edição: Set/2000 Páginas: 384 Formato: 23 x 15 cm Editora: Editora Cidade Berço O autor foi repórter disfarçado de combatente ao longo de mais de dois anos, nessa Angola imensa, onde bem poderia dizer-se "corre leite e mel" se não fosse a guerra. Ao longo de 384 páginas, Angelino Pereira conta, comenta e explica a odisseia de uma causa que, apesar de tudo, foi nobre, porque foi humanitária e sem ódios. E hoje milhares de combatentes vivem “esquecidos” apesar de terem sido os verdadeiros heróis da Pátria! “Nostalgia entre Angola e o Puto” é um autêntico documento histórico e uma justa homenagem aos combatentes, em todos os tempos! Autor: Angelino Pereira, é natural da freguesia de Novelas, concelho de Penafiel. Transferiu-se, com seus pais para Rio Tinto, junto à cidade do Porto, com 10 anos de idade onde viveu até aos 26 anos. Estudante nas Escolas Secundárias Ramalho Ortigão e Oliveira Martins, que abandonou sem ter concluído o Curso Geral do Comércio. Em 1975 radica-se em Guimarães e volta à Escola, mudando de área de formação. Completa na Escola Secundária Francisco de Holanda os cursos Geral de Electricidade, Complementar de Electrotecnia e 12º ano. Desenvolvendo a sua actividade profissional de Técnico de Prevenção e Segurança, é nesta área que volta à formação escolar, desta vez, no ensino superior, completa em 1999 o Curso Superior de Segurança no Trabalho. Em 2001 candidata-se ao Mestrado em Engenharia Humana na Universidade do Minho, curso que concluiu em 2004; desenvolve actividades na área de prevenção dos riscos profissionais e coordenação de segurança na EDP durante dezoito dos 37 anos ao serviço da distribuidora de energia eléctrica. Convidado em 2001 pelo Instituto Superior da Maia para Professor assistente no Curso Superior de Segurança e Higiene no Trabalho, e em 2006 alarga a sua actividade de docência ao Curso Superior Gestão do Desporto. Colaborador em vários jornais, tem espaços mais assíduos nos: Poetas & Trovadores; Voz de Guimarães; Arrifana (Penafiel), Notícias de Penafiel, Combatente, entre outros.
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| Actualizado em Sexta, 07 Maio 2010 11:57 |
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| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:53 |
Comentários
Da leitura deste livro, podemos colher informação sobre a mentalidade da época no que toca à situação jurídica daqueles territórios: Salazar não aceitava que viessem a ser nações independentes; a sua ideia era a construção de um Portugal multi-continental, com províncias espalhadas pelo mundo e uma cabeça na Europa. Esta mentalidade era incutida nos militares que para lá eram enviados.
Seria o renascer do sonho do Infante D. Henrique? Só é pena que Salazar o quisesse fazer sem o apoio e contra a vontade das populações locais. E esse apoio era impossível, porque os brancos dominavam a economia, exploravam as populações negras. O sonho do império multi-racial e multi-continental era uma utopia.
Sabem o que é o “Puto”? Eu não sabia, nunca tinha ouvido esta expressão, nas tem lógica. Para saberem, leiam este interessante livro. Se não o encontrarem nas livrarias, podem contactar o autor para: R. Francisco Santos Guimarães, 863 – 2º - 4810-501 GUIMARÃES, ou pelo telefone 253523004.
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