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| Nunca se Perde uma Paixão |
| Terça, 11 Outubro 2011 23:21 | |||
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Autor: Eduardo Sá Histórias e ensaios sobre o amor. Um livro que nos faz descobrir que «a segunda prioridade de toda a vida é conquistar um grande amor. A primeira, nunca o perder.» «Todo o amor é tímido. E excêntrico, talvez. Não se previne nem se explica. Por tudo isso, não sei se deva escrever sobre o amor. (...) Este livro apanhou-me desprevenido. E talvez só isso tenha feito, tomado por hesitações, aventurar-me nele. Porque é assim - suponho eu - que, em todos nós, se vive qualquer amor: de forma singular e com a descontracção que só se tem diante dos gestos com qualquer coisa de banal. Autor:
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| Actualizado em Domingo, 11 Dezembro 2011 22:49 |
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| Re:Kerstin Gier clarinda 21.5.2012 19:03 |
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| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:53 |
Comentários
Não sei se será pretensioso escrever um comentário sobre um livro de alguém que tão bem transmite ideias, emoções e sentimentos para o papel. Sábio e simples. "Todos nós nos desencontramos para o amor. (Menos os psicanalistas...)".
Vejo-me na iminência de ter que reler todo o livro para melhor compreender, absorver e consolidar o muito que este livro me deu. Não pela novidade, mas pela maturidade.
Um prazer de ler!
Não quero, de todo, soar muito crítica, mas a verdade é que foi um sacrifício concluí-la. Confesso que tem algumas partes interessantes e ideias com as quais me identifico e que defendo. No entanto, a forma como estão expostas é que me desiludiu um pouco.
Não é fácil escrever sobre sentimentos e emoções, principalmente quando estes são o amor e a paixão. Posso até ser considerada um pouco ingénua, mas, para mim, as palavras conseguem ser mágicas e terem o poder de transmitir a noção de verdadeiras emoções, desde que sejam conjugadas da melhor forma. Para mim, é isto que falha mais neste livro. É tudo falado num tom muito morno e factual, desde o amor e a sexualidade à biologia do amor, passando pela ideia de que todas as nossas relações anteriores nos moldam. Não me interpretem mal, pois gosto e concordo com muitas das mensagens. O problema está na forma como estão escritas, nas muitas palavras supérfluas para transmitir a essência da mensagem.
Este livro está dividido em vários contos, ou ensaios se preferirem, onde o amor, a sexualidade, a "poeira da vida", entre outros subtemas, são abordados. Todas as histórias têm pequenas mensagens que se tornam, na verdade, transversais a todo o livro. Gostei especialmente da parte referente ao facto de, sem darmos conta, nos embrenharmos na nossa rotina diária, o que autor designa de "poeira da vida" (adorei este termo), e acabarmos por descurar os pormenores que transmitem o nosso afecto àqueles que amamos. Isto fez-me realmente reflectir um pouco e… mais não conto! Cabe-vos agora descobrir o mais que este livro tem para oferecer. Boas leituras.
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