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| O Amor Está no Ar |
| Quarta, 27 Janeiro 2010 00:00 | |||
![]() Autora: Dorothy Koomson Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 336 Editor: Porto Editora O romance de estreia de Dorothy Koomson que a catapultou para o sucesso internacional Leia aqui o 1º capítulo Deixe-se levar pela magia do amor... Depois de sair de Londres para seguir o seu desejo de mudar de vida, Ceri D'Altroy jura abandonar definitivamente as suas manias de casamenteira. Isto porque parece que a sua simples presença acaba por incentivar as pessoas que encontra pelo caminho a mudar de vida. No seu novo emprego, conhece Ed que decidiu declarar o seu amor por uma mulher que o enlouquece; Mel e Claudine, dois amigos de longa data que resolvem iniciar um romance ilícito; e Gwen, a chefe de departamento que é uma fumadora compulsiva e esconde um segredo profundo e sombrio que só quer partilhar com a sua nova funcionária. Quem entra em contacto com Ceri, nunca mais volta a ser o mesmo. Será ela o Cupido dos tempos modernos? Autora: Dorothy Koomson escreveu o primeiro romance aos 13 anos. Chamava-se There's A Thin Line Between Love And Hate e foi escrito ao ritmo de um capítulo por noite, que depois circulava entre as colegas de escola, todas as manhãs. «E elas adoravam!», confessa. Cresceu em Londres e, mais tarde, durante a faculdade, em Leeds. Acabou por regressar a Londres, para fazer um mestrado, e ficou por lá durante alguns anos. Passou por empregos temporários, até conseguir a grande oportunidade no mundo da escrita, colaborando com várias publicações femininas e jornais nacionais. Contar histórias e escrever ficção constituem uma enorme paixão na vida de Dorothy Koomson, pelo que foi aproveitando cada segundo que tem para trabalhar em contos e romances. Em 2001 teve a ideia que inspirou O Amor está no Ar, e, com ele, começou uma carreira de romancista, que, segundo a própria, «tem sido espectacular!». Em 2006, publicou o terceiro romance, A Filha da Minha Melhor Amiga – que registou um enorme sucesso, vendendo quase 90 mil exemplares no Reino Unido, só nas primeiras semanas. Cerca de um mês depois, o livro foi seleccionado para o Richard & Judy Summer Reads Book Club e as vendas aumentaram para mais de meio milhão de exemplares. Dorothy viveu dois anos em Sidney, na Austrália, e agora está de volta a Inglaterra, embora não saiba dizer por quanto tempo – diz-se «mordida pelo bichinho das viagens…»
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| Actualizado em Domingo, 28 Fevereiro 2010 11:05 |
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| Re:Vendo ou troco (RaquelCollin) RaquelCollin 6.2.2012 23:19 |
| Re:As nossas wislists wasp 6.2.2012 23:09 |
| Re:6 de Fevereiro - AnaisNin RaquelCollin 6.2.2012 22:45 |
| Re:A Guarda Negra vibarao 6.2.2012 22:27 |
| Re:6 de Fevereiro - AnaisNin Paula_Belita 6.2.2012 22:20 |
Comentários
Para quem já leu os livros dela, só posso dizer que este livro não tem nada a ver com os anteriores.
Digamos que se assemelha mais a uma comédia do que a um drama.
Conta-nos a história de Ceri, uma jovem que desisti do seu trabalho em Londres e parte para Leeds para dar aulas e fazer pesquisa numa universidade. Aí conhece uma série de personagens que vão ser os protagonistas deste livro.
Ceri deixou tudo devido a um conselho da Oprah e tem uma paixão pelo Angel (personagem que tem série com mesmo nome e que entrou também na Buffy) e espera um dia casar com ele!
Este livro conta as aventuras e desventuras da Ceri, que vai ser um Cúpido dos tempos modernos, visto que todos lhe contam os seus problemas e ela sente o que as pessoas à sua volta sentem.
Livro muito divertido, com cenas bastante caricatas e com o seu toque de romantismo também.
Ceri, a personagem principal, tem uma vida estável em Londres, onde é responsável por uma secção de moda de uma revista. Apesar de ter uma licenciatura em psicologia tirada em Leeds, não se sente feliz, nada mesmo, porque toda a gente tem a tendência para lhe contar os seus segredos mais escabrosos. Até os possíveis namorados, em vez de a bajularem nos encontros amorosos, acabam sempre a desabafar com ela os seus males e angústias, lá se indo todo o romantismo que ela esperava, pelo que a sua vida amorosa é um caos infinito. Ou será melhor dizer um enorme deserto? Sim, porque miragens vão surgindo, não passam é disso.
Assim sendo, num dia em que ficou em casa, ao assistir ao programa da Oprah, decide seguir o seu conselho e mudar de vida, seguir o seu sonho. Larga tudo para voltar a Leeds, onde pretende continuar a investigar na área da psicologia e dar também umas aulas.
Aí tudo vai acontecer: os seus dois colegas de casa são seres estranhos, obviamente, mas divertidos e que gostam muito dela; a sua maldição prontamente regressa, ao voltar a ouvir os desabafos alheios, ver-se a fazer de cupido, sem que seja o teu intuito. E o pior é que volta o que ela identifica como percepção extra-sensorial: sentir no seu próprio corpo as emoções dos que a rodeiam. Por exemplo, quando entra no elevador, sente o intenso enjoo matinal de uma colega que estará grávida mas está a querer manter segredo; ri-se incontrolavelme nte no banco até ter de sair, porque a pessoa da frente estava imensamente feliz; chorar copiosamente até o colega que estava sentado ao seu lado sair… Sentimentos que passam logo que as pessoas se afastam e os levam consigo. Para além de tudo isto, Ceri é apaixonadíssima pelo Angel, o vampiro de 250 anos, ex-namorado da Buffy, ao ponto de, na sua casa de Londres, ter um poster dele emoldurado por cima da lareira, no lugar central da sala! Mas será que ela consegue "caçar" o Angel? Há quem lhe aponte mais o Bosley (personagem do filme "Os Anjos de Charlie" que está sempre rodeado das beldades mas que nunca se envolve com nenhuma). Conseguirá ela, finalmente, ter sorte no amor? Com o Angel ou com o Bosley? Com os dois ou com nenhum?
Tudo isto, e muito mais, é narrado numa escrita leve e fluída, que nos cativa desde a primeira página e nos conduz por uma imensidão de sentimentos. A Cenci facilmente nos entra no coração e rapidamente nos conseguimos identificar com muitas coisas dela. Afinal, não seremos todos um pouco loucos? E não será isso bom? Não será isso que dá cor à vida?
Depois de ter lido os livros anteriores editados cá por Portugal, atrevo-me a dizer que este nada tem a ver com os anteriores, tendo um registo muito mais alegre, comparável aos livros da Jill Mansell, mas com o toque da Dorothy Koomson do "A filha da minha melhor amiga" no seu melhor. Como o Adrian Mole, podemos dizer que este livro é posterior aos anos amargos da Dorothy Koomson, ou anterior, se considerarmos a sequência temporal em que foram escritos. Sem dúvida, um livro a não perder! Venha divertir-se com a Ceri, vai ver que ela lhe proporcionará excelentes momentos e, no final, irá ficar com vontade de mais!
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