O Bibliotecário

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Autor: A.M. Dean    
Edição: Mar/2014
Páginas: 404
ISBN: 9789897241246
Editora: Clube do Autor

 

 


O Bibliotecário
é um romance rico e aliciante, baseado numa pesquisa histórica profunda. A história envolve um dos tesouros da Antiguidade e passa-se numa série de cenários exóticos e marcados pelo mistério, mantendo o suspense até ao último momento.
Uma professora universitária, especialista em história das religiões, sonha com uma vida de aventuras, desconhecendo que o seu desejo está prestes a concretizar-se.

Arno Holmstrand, um reputado académico, deixa um conjunto de pistas à jovem professora momentos antes de ser assassinado. Emily inicia então uma busca tão inesperada quanto perigosa: a localização da biblioteca perdida de Alexandria. Durante sete séculos, o edifício guardou o maior património cultural e científico da Antiguidade. O mundo julga esse tesouro perdido para todo o sempre, mas as evidências levam Emily a questionar a história.
Decifrando as sucessivas pistas deixadas pelo misterioso guardião, Emily lança-se numa corrida contra o tempo para impedir que o paradeiro da biblioteca e a sua preciosa sabedoria caia nas mãos erradas.

Autor:

A. M. Dean é uma referência em culturas antigas e em história das crenças religiosas. Professor de Teologia, ao longo da carreira trabalhou em algumas das mais prestigiadas universidades do mundo. As suas obras de ficção são inspiradas pelo gosto por temas conspiratórios bem como por uma profunda compreensão dos contextos históricos nos quais centra as suas histórias.
O Bibliotecário, o seu primeiro romance, foi muito bem recebido pela crítica e pelos leitores, estando já publicado em mais de 15 países. O Escriba, o seu segundo romance, foi publicado no verão de 2013, mas a verdadeira identidade do autor continua a ser um mistério.

Saiba mais sobre o autor e a sua obra em www.amdean-books.com

Veja o booktrailer da versão original aqui (em inglês):

Comentários  

 
#4 L. S. 2018-09-14 11:06
Trabalho numa biblioteca, e talvez por isso ofereceram-me esse livro. Tem um nome aliciante e uma capa muito bem conseguida; e termina aí o que há de bom nesse livro (não sei se por culpa de uma má tradução, mas não me parece que seja esse o real problema). O livro está mal escrito, terrivelmente mal escrito; por isso, há que focar na história. Já li muito livro mal escrito ou mal traduzido, mas que vale pela história; no entanto, a história deste... nem sei por onde começar: é fútil, piroso, superficial, redundante, previsível; o típico romance americano século XXI, em que já se sabe como vai terminar desde as primeiras páginas ...
De 0 a 20, dava-lhe um 4, que é mais do que merece.
 
 
#3 Lurdes Graça Pereira da Silva 2014-07-06 16:50
Este livro especula sobre a hipótese da Antiga Biblioteca da Alexandria nunca se ter perdido e de existir uma sociedade que, desde o princípio, a protege e a tem mudado de sítio.

Por outro lado, existe um grupo, o Conselho, que procura a sua localização e todo o poder que esse conhecimento lhe pode dar, mas que, sobretudo, começa por matar todas as pessoas importantes que a protegem.

Quando Arno Holmstrand é assassinado, deixa um conjunto de pistas à sua jovem colega universitária Emily.
Esta, através de várias viagens a Inglaterra, Alexandria e Turquia, vai ter que desvendar as pistas deixadas pelo antigo Guardião e lutar pela sua vida.

Este romance revela profundos conhecimentos históricos e é rico em factos.
Quanto a acção é um pouco limitado, porque Emily, lutando contra um vasto grupo de assassinos cheios de recursos, consegue escapar. O que, quanto a mim, é pouco lógico.
O namorado nunca deveria ter ficado na América, mas sim acompanhá-la.

Existe também falta da descrição de outros elementos.
 
 
#2 Helena 2014-06-19 21:27
Uma lição de História baseada no desaparecimento da grande Biblioteca Real da Alexandria.

Conjugando factos reais com ficção, o autor criou uma complexa teia de mistério e suspense, onde toda a ação se passa entre Londres, Alexandria e Istambul. Perseguição implacável à arguta doutora Emily, que espantosamente consegue recursos e energia para prosseguir nesta demanda.

A informação em si mesma não é perigosa, o que é perigoso é o que fazemos com ela. Por essa razão, o chefe dos Bibliotecários, o Guardião da Biblioteca, tomou a decisão de transferir o imenso espólio para a clandestinidade e formou a Sociedade no início do século VII. A organização dos Bibliotecários de Alexandria não era uma simples rede de indivíduos a guardar uma colecção de saber e conhecimento, mas uma das mais antigas e maiores operações de espionagem da história, com um poderoso inimigo, na figura do Secretário do Conselho, outra milenar e bem organizada rede de indivíduos que planeiam um terrível golpe sobre o presidente dos Estados Unidos da América.
Num bom ritmo, esta narrativa empolga mas não convence. Não deixa de ser uma história interessante e envolvente, mas fica a faltar algo que lhe dê sustentabilidad e na atuação da heroína e dos vilões. Romance histórico ao estilo de Dan Brown.
 
 
#1 Catia Silva 2014-04-01 10:12
Adorei, uma história viciante, com um ritmo alucinante.
E tem um significado muito especial para mim, pois sou fã desde muito nova de todos os temas sobre a cultura egípcia. Já tive a sorte de visitar a nova Biblioteca de Alexandria e também já visitei o Palácio Topkapi em Istambul, Turquia. Por isso, enquanto tive o prazer de ler este livro maravilhoso, consegui viajar para estes locais, pois já os conseguia visualizar com mais facilidade.
Um livro que nos vicia logo desde o início. A ação é constante, as personagens são credíveis e são nos transmitidos factos verídicos de uma forma que não é maçadora e nos cativa para querermos saber mais. Como já tenho referido noutros livros de ação, gosto dos livros que têm capítulos pequenos, pois a ação está sempre no próximo capítulo e não conseguimos pousar o livro sem saber o que vai acontecer a seguir.
Em termos de cenário, são muito bem descritos, o que nos faz entrar nos locais e visualizar o que as personagens estão a viver. O ritmo que a personagem vive é tão frenético e tão rápido que a realidade não parece ser muito verdadeira. Emily Wess viaja com tal facilidade entre Oxford, Alexandria e Istambul que é só chegar ao aeroporto e comprar um bilhete. Não penso que seja assim tão fácil. Outro pormenor que verifiquei é que ela não teve tempo para tomar nenhuma refeição, a não ser uma que tomou no avião. Compreendo que não seja importante descrever a refeição, nem é isso que se pretendia. O importante é a ação / perseguição e a fuga a que Emily está a ser sujeita e que torna o livro tão fascinante.
Um romance maravilhoso.
 

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