O Conde Negro

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Subtítulo: Glória, revolução, traição e o verdadeiro Conde de Monte Cristo
Autor: Tom Reiss
Edição: Mar/2014
Páginas: 464
ISBN: 9789724746616
Editora: Texto

 

 

 

O general Alex Dumas é hoje em dia praticamente desconhecido e, todavia, a sua história é curiosamente familiar – porque o filho, o romancista Alexandre Dumas, usou a sua vida como inspiração para os clássicos O Conde de Monte Cristo e Os Três Mosqueteiros.

Nascido em Saint-Domingue (atual Haiti), filho de um aristocrata e de uma escrava, Alex Dumas viajou para Paris, onde ascendeu ao comando de exércitos no auge da Revolução – até conhecer um inimigo implacável que não podia derrotar: Napoleão Bonaparte.
O Conde Negro é, também, uma história de laços inquebráveis de amor entre um pai e um filho.

Autor:

Tom Reiss é autor do bestseller The Orientalist, finalista do prémio Samuel Johnson na categoria de História, em 2006.
Os seus artigos biográficos têm presença constante no The New Yorker, The New York Times e outras publicações.
O livro O Conde Negro foi finalista do National Book Critics Circle Award e valeu a Tom Reiss os prémios Pulitzer e PEN/Jacqueline Bograd Weld na categoria de biografias, em 2013.
Nascido em 1964, vive com a mulher e as filhas em Nova Iorque.

Saiba mais em www.tomreiss.com

Comentários  

 
#1 Lurdes Graça Pereira da Silva 2014-04-05 20:39
Este livro permitiu-me conhecer factos importantes sobre um dos meus escritores favoritos, Alexandre Dumas. Por exemplo, a sua ascendência negra.
O Conde de Monte Cristo é, sem dúvida, um dos romances que mais me marcou. Saber que Alexandre Dumas escreveu esse romance baseado em factos verdadeiros do seu pai, é interessante.

Contudo, acho que o autor do «Conde Negro» tornou este livro demasiado biográfico e muito repetitivo.
Para mim, tinha sido mais interessante se tivesse romanceado mais a história.
Gosto de romances históricos que não se limitem a factos reais, que possam ir mais longe e fantasiar.
 

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"Quem escreve lembra-me o afogado que desesperado esbraceja para vir à tona. O escritor é isso que faz. Dentro de si, por uma razão qualquer, escasseia o ar. Então, ofegante, arruma o pensamento de acordo com o que as palavras lhe permitem, e assim respira e alivia a sua angústia."
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