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Segunda, 15 Novembro 2010 00:54 |
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Autora: Eileen Goudge Edição: Nov/2010 Páginas: 192 Editora: Contraponto
Quando duas irmãs encontram no sótão um velho diário da mãe, descobrem, para grande choque de ambas, que o seu verdadeiro amor não foi o pai. Mas será que as coisas são aquilo que parecem? Esse é o grande mistério com que se deparam e que têm de desvendar sozinhas, pois a mãe encontra-se no leito da morte, num lar, sem conseguir falar - só as páginas do seu diário podem fornecer as pistas.
Numa viagem ao passado, revela-se uma jovem Elizabeth Marshall perdidamente apaixonada por um homem… estando comprometida com outro. Ela tem, por fim, de escolher entre Bob, estável e leal, e AJ, enérgico e imprevisível. Quando AJ é associado a um suspeito incêndio, a jovem enfrenta a decisão mais penosa da sua vida: Elizabeth é a única que pode limpar o nome dele, mas fazê-lo arruinaria a sua reputação e custar-lheia o amor do noivo. O Diário é uma história de amor e a história de uma família. É também sobre uma questão que, a determinada altura da vida, todos colocamos: até que ponto conhecemos realmente os nossos pais? A resposta pode ser surpreendente…
Outras obras da autora no Segredo dos Livros: Irmãs Tão Queridas A Ilha da Paixão Assuntos Domésticos
Autora: Eileen Goudge é a autora de best-sellers do New York Times com maior sucesso, sendo aclamada por milhões de leitores em mais de vinte e cinco países. Vive em Nova Iorque com o marido, que conheceu através de uma entrevista telefónica. Os seus livros contam com seis milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Em Portugal, encontram-se já publicados os romances Irmãs tão Queridas (O Quinto Selo, 2008), Assuntos Domésticos (Contraponto, 2009) e A Ilha da Paixão (Contraponto, 2009).
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Actualizado em Segunda, 03 Janeiro 2011 11:10 |
Comentários
Duas irmãs, certo dia, encontram no sótão da casa que partilharam tantos anos com os pais o diário da mãe Elizabeth Marshall, no qual relata a sua juventude e o grande amor que partilhou com AJ, um misterioso homem, enquanto mantinha uma relação à distância com Bob, o rapaz mais respeitado e admirado da cidade e o pai de ambas. As filhas ficam chocadas por saberem que o pai não fora o único homem que a mãe amara. Os pais sempre lhes pareceram felizes, demonstrando um grande amor entre si. No entanto, não conseguem parar de ler o diário, lêem-no sofregamente, tentando encontrar respostas, querem saber tudo, quem era esse homem, porque não ficaram juntos... mas o diário acaba precisamente no dia da decisão e ficam sem resposta.
Até ao dia em que vão conhecer um homem que lhes dá todas as respostas. O final é inesperado e surpreendente, adorei verdadeiramente . Recomendo!
É muito giro o livro, porque lemos a história das duas irmãs, depois as entradas do diário da mãe e depois há os flashback da história dela, onde nos é contado o que ela viveu, o que sentiu e como viveu um amor que, à partida, tinha tudo para não dar certo. Muito romântico.
E o final é um doce que, de repente, pode causar-nos alguma surpresa,tal como causa às duas irmãs, mas que depois é esclarecido, deixando-nos completamente encantadas.
A capa deste livro é linda, assim como a história de amor de Elizabeth e AJ. Uma leitura rápida que apreciei ler e que recomendo. Uma pequena delicia!
Eileen Gougde escreve de uma forma envolvente, ligando o leitor às suas personagens, enredando-o na história à medida que esta se vai revelando. É quase como se lhe tivesse dado um toque de magia.
E esta bela história de amor é, em primeiro lugar, uma lindíssima homenagem aos pais da autora, cuja própria história de amor a inspirou, mas é, acima de tudo, uma bela homenagem ao Amor. Ao Amor pelo qual vale a pena esperar, ao Amor que só alguns têm a sorte de poder apreciar, ao Amor que nos faz sorrir ao imaginar-nos a envelhecer ao lado daquele que o nosso coração elegeu.
Um livro lindíssimo! Sem dúvida, uma bela prenda de Natal de última hora. ;)
A capa, só por si, remete-nos para a terna história que nos espera nas páginas de "O Diário": a simplicidade de umas folhas enlaçadas e das cores que adornam o rosto deste lindo romance, vão em tudo de encontram à simplicidade dos sentimentos e emoções que nos são descritos ao longo de todo este pequeno livrinho.
Confesso que, no início, as expectativas não eram elevadas. Não só desconhecia o trabalho desta autora, como também as primeiras páginas de "O Diário" se revelaram um tanto maçudas e desinteressante s. No entanto, a partir do momento em que Elizabeth, a mãe de Sarah e Emily, conhece AJ, tudo muda e é criada uma empatia tão forte entre o leitor e o casal, que se torna impossível largar o seguimento da sua história, na expectativa de saber o que realmente se passou, afinal, para Elizabeth ter casado com o pai das duas irmãs, ou seja, o homem que não amava de verdade.
É aterradora a forma como a protagonista, Elizabeth, é desprezada pela comunidade onde vive, por escolher aquele por quem o seu coração realmente bate. Temos o ódio e a pressão da mãe que a chega a culpar de ser a causa da morte da avó, por todo o escândalo que instalou na vila, ao fazer a denúncia que salvou AJ da prisão e que revelou os sentimentos secretos que nutria por um vagabundo, quando, na altura, se encontrava prometida ao rapaz mais admirado pela comunidade. Temos a atitude de repulsa da Igreja para com as acções pecaminosas de Elizabeth nas costas de Bob, o seu admirado namorado. Tudo coisas que carregam uma tremenda dose de emoções e que conseguem uma surpreendente envolvência do leitor com a história e, em particular, com Elizabeth e AJ.
No fim, depois de toda uma ansiedade pela revelação do motivo que, afinal, separou o casal perfeito, eis que a mais surpreendente das revelações nos é feita, conduzindo-nos a um auge avassalador e a um alívio impossível de conter.
Andava desesperada por um bom romance, uma doce e comovente história de amor, e, embora não acreditasse que "O Diário" fosse capaz de me satisfazer este apetite literário momentâneo, a verdade é que o fez, com uma distinção digna de um dos melhores romances que li em 2010.
Recomendo vivamente!!
Com uma bela capa e dimensões perfeitas para manusear e transportar, este romance é uma boa companhia para qualquer momento de lazer.
Quase no termo da vida da mãe, é com surpresa que as filhas descobrem o seu diário e a paixão avassaladora que viveu, o muito que sofreu com os defensores da moral e bons costumes da comunidade e a hostilidade da sua mãe. Simples! E não me estava a entusiasmar por aí além. Mas, quando dei por mim, estava encantada com as personagens AJ, Bob e Elizabeth, presa à história e empolgada em descobrir o que acontecera com o triângulo amoroso e a imaginar várias possibilidades que queria confirmar. "Curti" este livrinho e fui surpreendida por ele.
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