O Espião da Sibéria

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Autor: Lionel Davidson
Edição: Nov/2016
Páginas: 496
ISBN: 9789892337067
Editora: Lua de Papel

 

 

 

MONTES KOLIMÁ, SIBÉRIA. Enterrada nos gelos eternos esconde-se uma estação científica tão secreta que nem sequer existe oficialmente. Quem lá entra, nunca mais sai. Mas Efraim Rogachev tem um plano.
UNIVERSIDADE DE OXFORD. O pacato professor Lazenby recebe uma mensagem encriptada. O autor é um brilhante cientista soviético desaparecido há décadas sem deixar rasto.
LANGLEY, SEDE DA CIA. Os satélites americanos captam uma explosão num bunker siberiano até ali desconhecido; as imagens são aterradoras.

Nos serviços secretos soam os alarmes. É preciso infiltrar um agente nos Montes Kolimá, um inacessível inferno de glaciares onde a temperatura ronda os 50 ºC negativos. Só um homem parece apto para a missão: Johnny Porter, poliglota, antropólogo, professor universitário e da etnia Gitksan. Os gitksan partilham com os nativos siberianos a mesma língua, a mesma cor de pele, a mesma sobre-humana resistência ao frio. E só um nativo conseguirá atravessar quilómetros de gelo, fintar tribos hostis, chegar ao coração do mistério.
O Espião da Sibéria, um dos mais trepidantes thrillers do século XX, esteve durante décadas "adormecido". Mas um editor redescobriu-o e voltou a publicá-lo timidamente. O que se seguiu foi um regresso fulgurante às listas de livros mais vendidos e às listas de "melhores livros do ano". Hoje assistimos ao renascimento crítico de um autor de culto - Lionel Davidson - e de toda uma obra onde se cruza o melhor de dois géneros: a grande aventura e o romance de espionagem.

Autora:

Lionel Davidson nasceu em 1922 no Yorkshire, sendo um dos nove filhos de um alfaiate imigrante judeu. Deixou a escola cedo e trabalhou nos escritórios de Londres da revista The Spectator como paquete. Mais tarde, mudou-se para a Keystone Press Agency. Durante a segunda guerra mundial, serviu no serviço de submarinos da Royal Navy. Depois da Guerra, voltou para a Agência Keystone e viajou por toda a Europa como repórter freelance. Foi durante uma dessas viagens que ele surgiu com a ideia do seu primeiro thriller, The Night of Wenceslas (1960), um sucesso instantâneo que o lançou na ribalta do género e ganhou o Gold Dagger Award da Crime Writers' Association, bem como o prémio para primeiro romance do Authors' Club e foi adaptado ao cinema, com Dirk Bogarde no principal papel. Davidson escreveu, seguidamente, The Rose of Tibet (1962), Shiloh (1966), com o qual venceu o seu segundo Gold Dagger, e The Chelsea Murders (1978), que lhe rendeu o terceiro. Esteve dezasseis anos sem escrever, mas, em 1994, apareceu Kolymsky Heights, aclamado internacionalmente, com o qual conquistou uma nova geração de leitores. Em 2001, foi condecorado com o prémio de carreira Cartier Diamond Dagger da CWA.
Davidson escreveu também, sob o pseudónimo David Line, livros para crianças, como Run For Your Life.
Lionel Davidson morreu em 21 de outubro de 2009, em Londres, depois de prolongada doença.

Saiba mais em lioneldavidson.info

Veja aqui o booktrailer:

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“Você deve escrever o livro que quer ser escrito. E, se for um livro muito difícil para crescidos, então escreva-o para crianças.” 
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