O Filho do Desconhecido

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Autor: Alan Hollinghurst
Edição: Out/2011
Páginas: 688
ISBN: 9789892316352
Editora: Dom Quixote

No final do Verão de 1913, nas vésperas da Grande Guerra, o jovem poeta aristocrata Cecil Valance passa um fim-de-semana em «Dois Acres», a casa da família do seu amigo e colega de Cambridge, George Sawle. São dias intensos para todos, mas é em Daphne, irmã de George, que o seu impacto será mais duradouro, pois Cecil escreve-lhe um poema que virá a tornar-se num marco para toda uma geração.

As intimidades partilhadas nesse fim-de-semana vão transcender os limites do tempo e dar origem a um mito - e a um segredo de família - que atravessa o século XX.

 

Autor:
Alan Hollinghurst nasceu em Shroud, Inglaterra, em 1954, e estudou em Oxford. O seu primeiro romance, A Biblioteca da Piscina, conquistu o Somerset Maugham Award em 1989 e valendo ao seu autor um lugar entre os Melhores Jovens Romancistas Britânicos, segundo a revista Granta, em 1993. Seguiu-se The Folding Star, que foi finalista do Booker Prize e venceu o James Tait Black Memorial Prize. A sua consagração definitiva deu-se em 2004, quando A Linha da Beleza, galardoado com o Man Booker Prize, tendo ainda sido adaptado para a televisão pela BBC. Nomeado para o Man Booker Prize 2011, O Filho do Desconhecido é o seu primeiro romance em sete anos e está já a ser aclamado como um dos melhores livros do ano e da década, cimentando a reputação do autor como um dos nomes cimeiros da literatura anglo-saxónica.

Comentários  

 
#1 Cristina Delgado 2012-02-05 09:52
Tinha boas referências deste livro e as suas muitas páginas não me impediram de pegar nele para o ler. No entanto, as expectativas saíram um pouco goradas.

Há livros que não nos tocam e este foi um deles. Achei que a acção não avançava e foi a custo que avancei mesmo, depois de ter lido um terço do livro!

Merece certamente uma leitura mais aprofundada, mas senti-me incapaz de a fazer e a minha mente voou frequentemente para outros lugares que não os da acção.

Gosto quando um livro me agarra logo desde o início e este não o conseguiu fazer. Como a apreciação de um livro está também ligada aos nossos estados de espírito, deixo aqui um ponto de interrogação: será que, noutra altura, teria achado este livro mais interessante?
 

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