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| O Grupo |
| Sábado, 26 Junho 2010 00:17 | |||
![]() Autora: Mary Mccarthy Edição: Jun/2010 Páginas: 464 Editor: Dom Quixote Um precursor de “O Sexo e a Cidade” e “Donas de Casa Desesperadas”. O mais célebre romance de Mary McCarthy relata a vida de oito jovens licenciadas nos anos 30 em Vassar, uma das mais elitistas e conceituadas universidades femininas americanas. Oito jovens de diferentes níveis sociais e personalidades muito diversas - conhecidas como O Grupo - encontram-se uma semana depois de terem terminado o curso, para assistir ao casamento de Kay. A cerimónia é o ponto de partida para as suas vidas de adultas nas suas alegrias e tristezas - no trabalho, no amor, no sexo, ou num quotidiano mais ou menos convencional. Ao longo dos anos seguem percursos distintos, mas todas têm como objectivo comum serem diferentes dos pais. A introdução é de Candance Bushnell, autora de "O Sexo e a Cidade" e aborda exactamente a influência que o livro teve na sua obra. Autora: Mary McCarthy (1912-1989) nasceu em Seattle, Washington. Em Nova Iorque, no início da década de 1930, fez parte dos círculos comunistas, mas no final desta década repudiou o comunismo soviético, exprimindo a sua solidariedade a Trotsky depois dos Processos de Moscovo e criticou vigorosamente os dramaturgos e escritores que considerava favoráveis ao estalinismo. Escreveu para as mais importantes revistas e jornais americanos, advogando a liberdade criativa face à doutrina e criticando tanto o McCarthismo como o comunismo. Foi uma opositora empenhada à guerra do Vietname. O seu primeiro romance The Company She Keeps foi publicado em 1942. Foi também autora de Memoirs of a Catholic Girldwood, The Stones of Florence, Venice Observed e Birds of America, entre outros títulos.
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| Re:vendo/troco (brandybell) wasp 8.2.2012 14:23 |
| Re:Compras - 2012 Ana_Pereira 8.2.2012 13:45 |
| Re:vendo/troco (brandybell) Patanisca 8.2.2012 13:36 |
| Re:Coleção Triângulo Jota Sara 8.2.2012 13:14 |
| Re:Compras - 2012 Ash 8.2.2012 12:53 |
Comentários
São demasiadas as alusões a referências norte-americanas, a locais específicos de Nova-Iorque e Manhatan, cuja história deve ser, supostamente, do conhecimento do leitor. É demasiada a carga política presente neste livro e a importância social atribuída a cada uma das dezenas de personagens com que nos deparamos. Só "O Grupo" é constituído por 8 raparigas. No entanto, há sempre que saber o que faz a mãe e o pai de cada uma, o que fez o ex-namorado da outra, o que acha o fulano tal da Grande Depressão... Há que saber se trabalha para o Estado ou não e se está a contribuir para a recuperação económica. Em mais de 50 págs. de leitura, não consegui encontrar nada que me prendesse à história. Tudo o que se passou foi a realização de uma cerimónia de casamento e a passagem ao copo de água.
Além disso, os saltos de personagem para personagem, as constantes alusões a nomes de personalidades ou locais que eu desconhecia, enfim, tudo isto fez com que o interesse pela obra esmorecesse e acabasse mesmo por morrer. A meu ver, e por estas mesmas razões, só mesmo um nova-iorquino conseguiria acompanhar a história no seu todo. Por mim, baixei os braços. Quem sabe, um dia, como aconteceu com Cadance Bushnell, volte a pegar em "O Grupo" e encontre algo completamente diferente daquilo que vejo agora.
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