O Jogo do Acaso

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Autora: Penny Vincenzi
Edição: Mai/2010
Páginas: 608
ISBN: 9789720045164
Editor: Porto Editora

 

 

Uma fracção de segundo foi quanto bastou para que o caos se instalasse na congestionada auto-estrada que liga Londres ao País de Gales. Um acidente de viação de grandes proporções gera o pânico, substitui a confiança pelo medo e a impotência toma conta dos presentes.

Jonathan, um obstetra carismático e bem-sucedido; Toby, o noivo com um segredo obscuro a caminho do seu casamento, e o seu leal amigo Barney; Georgia, uma jovem aspirante a actriz, desesperada por chegar a Londres para uma audição importante que poderá lançar a sua carreira; Mary, a viúva que percorre centenas de quilómetros para reencontrar o seu primeiro amor, que não vê há mais de 50 anos; William, o agricultor que presencia o drama que se desenrola no outro lado da encosta; e Emma, a atraente médica do hospital da zona que presta assistência aos sinistrados. De um momento para o outro, ver-se-ão enredados num poderosíssimo jogo de acção-consequência, cujos efeitos mudarão as suas vidas irremediavelmente. Mas será para melhor ou para pior?
Poderá alguém resistir à inevitabilidade do Acaso?

Primeiro capítulo disponível aqui.

Autora:

Penny Vincenzi é uma das escritoras britânicas com mais sucessso. Foi jornalista, colaborando em publicações como The Daily Mirror, The Time, Vogue e Cosmopolitan, entre outras, antes de iniciar uma carreira literária de sucesso – os seus livros já venderam em todo o mundo mais de sete milhões de exemplares.
O seu primeiro romance, Old Sins, foi publicado em 1989, tendo escrito depois muitos outros, dos quais se destacam Cruel AbandonoO Jogo do Acaso, Uma Mulher Diferente e Promessas Desfeitas, já publicados pela Porto Editora.

Site da autora: www.pennyvincenzi.com

Comentários  

 
+1 #3 Filipa Raquel Novais Vitorino 2010-10-20 13:41
Eu que sou uma grande fã desta autora, não podia deixar de ler mais este livro.
Simplesmente adorei...
Mais uma vez, a Penny Vincenzy escreve uma história com um enredo muito grande que se vai multiplicando ao longo do livro e, claro, com um óptimo desfecho, o que é habitual nos livros dela.
 
 
+1 #2 Margarida Cruz 2010-08-02 18:20
Vários meses depois depois de uma enorme ansiedade e curiosidade pelo trabalho de Penny Vincenzy, eis que finalmente tive a oportunidade de a satisfazer.
Aos olhos daqueles que já conhecem as suas obras anteriores, esta obra será, certamente, melhor ou pior. Aos meus olhos, e provavelmente de todos os leitores cujo primeiro contacto com Penny Vincenzy, a escolha não podia ser mais acertada.
Confesso que, ao início, me custou a entrar na história. Parecia tudo muito confuso e um tanto-nada absurdo: demasiadas personagens e uma narrativa que havia desde logo começado num impasse. Contudo, assim que a história culmina no acidente na M4, tudo muda e o leitor mal consegue imaginar as voltas e reviravoltas de emoções que vai sentir à medida que a história avança.
Fiquei, sem dúvida alguma, rendida à autora. A ideia base do livro é que a vida pode dar muita volta. Por muito parada e monótona que a mesma seja num minuto, no outro a seguir tudo pode mudar e aquilo que antes víamos no nosso futuro cai em ruínas diante dos nossos olhos para dar lugar a um palácio de melhores prazeres, maior felicidade e amor.
Aquilo que ao início parecia adivinhar-se uma história difícil de acompanhar acabou por se revelar um romance extremamente emotivo e avassalador, onde o leitor mal consegue pousar o livro, tal é a ansiedade por saber o que acontece àqueles a quem vimos a vida ruir e renascer.
Adorei e recomendo vivamente a todos, mesmo àqueles que se possam assustar com as 600 páginas de leitura que se avizinham: a leitura é de tal maneira estonteante que, quando derem por ela, chegaram ao fim de um livro que não vão querer esquecer.
 
 
+2 #1 Angelina Rosa Nogueira Santos Violante 2010-06-22 23:05
Parece-me que estou a repetir-me mais uma vez, mas é verdade que nunca tinha lido nada desta autora e este livro foi uma verdadeira surpresa para mim.
É uma história muito emotiva, emociona desde o início, onde nos são dadas a conhecer todas as personagens, como numa espécie de introdução; depois, dá-se o acidente e ficamos a saber como isso irá afectar as suas vidas; finalmente, ficamos a saber como se desenvolveu tudo depois do acidente.
Pensei que, como a história rodava à volta de um acidente, fosse deprimente, mas nem nada que se pareça. É muito linda, com várias histórias de amor pelo meio.
Recomendo vivamente.
 

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Uma Pequena Palavra...

"Era uma vez uma mulher cujo ofício era contar histórias. Andava por todo o lado oferecendo a sua mercadoria, relatos de aventuras, de suspense, de horror ou de luxúria, tudo a um preço justo. Num meio dia de agosto encontrava-se no centro de uma praça quando viu avançar na sua direção um homem (...) És tu a que conta histórias?, perguntou o estrangeiro. (...) Então vende-me um passado, porque o meu está cheio de sangue e de lamentos e não me serve para percorrer a vida."
Isabel Allende
in Eva Luna