O Mágico de Auschwitz

Autor: José Rodrigues dos Santos
Género: Romance
Edição: Set/2020
Páginas: 456
ISBN: 9789896168841
Editora: Gradiva

 

 

A vida do Grande Nivelli, o mágico judeu que encanta Praga, muda quando os nazis invadem a Checoslováquia. A Segunda Guerra Mundial começa e ele é deportado com a família. O seu destino é o de milhões de judeus. Auschwitz. O português Francisco Latino sempre foi considerado um bruto na Legião Estrangeira. Mas o seu coração amolece durante o cerco de Leninegrado, onde integra a Divisão Azul espanhola e se apaixona por uma russa. Até que as SS o levam… O mágico judeu e o soldado português unem os seus destinos em AuschwitzBirkenau. A magia do Grande Nivelli será chamada a desempenhar um papel central num evento largamente desconhecido, mas que se revelou a maior conspiração levada a cabo pelas vítimas contra o Holocausto.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Imortal
A Amante do Governador
Sinal de Vida
O Reino do Meio (Lótus 3)
Vaticanum
O Pavilhão Púrpura (Lótus 2)
As Flores de Lótus (Lótus 1)

Autor – José Rodrigues dos Santos

Autor:

José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros.
Além da sua mais conhecida faceta como jornalista, José Rodrigues dos Santos é também um ensaísta e romancista. Especialmente nesta última vertente, tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada. O seu romance de estreia, intitulado A Ilha das Trevas, foi reeditado pela Gradiva, em 2007, actual editora do autor.

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Comentários

  • Tiago

    Abril 21, 2021 às 9:47
    Responder

    (*** Este comentário pode conter spoilers ***) Terminei a leitura de "O Mágico de Auschwitz", um dos livros recentes de José Rodrigues dos Santos que fez descansar Tomás Noronha, o seu herói, para dar lugar a um romance histórico que se passa nos anos que antecedem e decorrem durante a 2ª Grande Guerra Mundial. Tendo em conta os últimos livros desta categoria do autor, temos desta vez 2 histórias paralelas que se conjugam numa só a partir de determinado momento (o 2º livro - O Manuscrito de Birkenau). São elas a história de Francisco Latino, um soldado pertencente à Legião Estrangeira espanhola […] Ler Mais...(*** Este comentário pode conter spoilers ***) Terminei a leitura de "O Mágico de Auschwitz", um dos livros recentes de José Rodrigues dos Santos que fez descansar Tomás Noronha, o seu herói, para dar lugar a um romance histórico que se passa nos anos que antecedem e decorrem durante a 2ª Grande Guerra Mundial. Tendo em conta os últimos livros desta categoria do autor, temos desta vez 2 histórias paralelas que se conjugam numa só a partir de determinado momento (o 2º livro - O Manuscrito de Birkenau). São elas a história de Francisco Latino, um soldado pertencente à Legião Estrangeira espanhola que participou na Guerra Civil e se alinha contra os russos na frente da União Soviética em aliança com os alemães, e Herbert Levin, um mágico judeu que vive em Praga e é deportado primeiro para Theresienstadt e depois para Auschwitz com a sua família. Será ali que todos se encontrarão no 2º livro com Francisco à procura da sua amada Tanusha e Levin à procura de salvar a sua família do inevitável. Veremos. A história desenrola-se muito fácil e velozmente no tempo. Depressa passamos do cenário pré-guerra para o final da guerra, quando Auschwitz está no auge. As descrições dos cenários de guerra e da desumanidade vivida em Auschwitz pelos personagens são intensas, mas também, ao mesmo tempo, fazem pensar. Será que, num cenário tão monstruoso, a esperança em viver seria assim tão forte que, perante as condições imundas, a fome, as chaminés, os cheiros, as cinzas, os comboios, os altos fornos, estes não são questionados de uma forma mais veemente por quem vive diariamente naquela realidade? Haverá assim tanta esperança que seja só um período passageiro, em que se reza mais para que alguém termine com o estado de alma imposto pelos alemães e pela rigidez das SS? Francamente, dá que pensar... Não há muito mais a dizer... Aguardo pelo desenlace da história em "O Manuscrito de Birkenau". Atribuo a classificação de 3 em 5 ou de 6 em 10. Read Less

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