O Mago - Aprendiz

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Autor: Raymond E. Feist
Edição: Mar/2010
Páginas: 416
Editora: Saída de Emergência

 


Na fronteira do Reino das Ilhas, existe uma cidade tranquila chamada Crydee. Nessa cidade, vive um rapaz órfão de nome Pug. Trabalhando nas lides do castelo que o acolheu, ele sonha com o dia em que se tornará um guerreiro valoroso ao serviço do rei. Mas o destino troca-lhe as voltas e o franzino Pug acaba por tornar-se aprendiz do misterioso Mago Kulgan. Nesse dia, o destino de dois mundos altera-se para todo o sempre.

Subitamente a paz do reino é esmagada, sem piedade, por misteriosas criaturas que devastam cidade após cidade. Quando o mundo parece desabar a seus pés, Pug percebe que apenas ele poderá mudar o rumo dos acontecimentos, penetrar as barreiras do espaço e do tempo, e dominar os poderes de uma nova e estranha magia... Esta é uma viagem por reinos distantes e ilhas misteriosas, onde irá conhecer povos e culturas exóticas, aprender a amar e descobrir o verdadeiro valor da amizade. Mas, no seu caminho, terá de enfrentar tenebrosos perigos e derrotar os inimigos mais cruéis.

Autor:

Raymond E. Feist, é um dos nomes mais importantes de todos os tempos no que diz respeito à literatura fantástica. Nasceu no Sul da Califórnia e vive em San Diego. Estudou na Universidade de San Diego, onde se licenciou com honras, em Ciências da Comunicação em 1977. Tendo sido traduzido em mais de 23 países, O Mago é a sua primeira obra-prima e a base para toda a sua vasta obra, que atinge constantemente as listas de bestsellers do New York Times e Times of London. Quando não está a escrever, Raymond é um coleccionador de DVDs, estudioso da história do futebol, fã de ilustração e um grande apreciador de bons vinhos.

Saiba mais sobre o autor na sua página do Facebook.

Comentários  

 
#4 Inês Santos 2010-10-20 21:52
Conside rado por muitos leitores do fantástico como o melhor livro de sempre.

Como lamento discordar...
Primeiro que tudo, tenho que dar os parabéns pela capa atractiva que nos obriga a olhar, sempre que passamos por algum exemplar na montra.
Mas em relação ao resto...
Não concordo com a divisão do livro em dois. Podia-se muito bem ter adoptado um só livro, com 1000 páginas. O Nome do Vento é exemplo do sucesso desta solução, o conteúdo está lá. Esta divisão tornou o primeiro livro demasiado aborrecido.
Este primeiro volume começa bem, com a infância de Pug, a relação com os que o rodeiam, a descoberta do seu dom. Mas a sua evolução é muito vaga e perde-se no meio de outros acontecimentos, com outras personagens, que acabam por ter mais ênfase que a personagem principal (um dos aspectos mais negativos para mim.
Aprovo e sou adepta da ficção, mas o escritor exagera em muitas partes. A de que menos gostei, foi a transição entre os mundos, que tornou toda a história muito mais confusa. A sociedade Tsurani, com as suas regras e hierarquias, ao início também baralha um pouco a linha de pensamento e de acontecimentos, mas no segundo volume, começamos a perceber e a gostar mais.
Por outro lado, gostei da divisão dos capítulos, da quantidade significativa de momentos cheios de acção e pormenores, da alteração das relações entre as personagens ao longo da história, dos vilões não-óbvios e das descrições.
A parecença de 90% do Mago com a trilogia de Jean-Louis Fetjaine (Noite dos Elfos, por exemplo) também me provocou algum deja-vu, mas talvez seja pelo universo de personagens semelhantes entre ambos.
No geral, é agradável de ler, tem uma linguagem simples, um pouco complicada pelos termos novos, aos quais só me habituei no inicio do segundo volume. Mas confesso que foi desilusão, pois apenas o principio e o fim é que me "agarraram" ao livro.

Personagem preferida: Martins do Arco, o Monteiro-Mor

Dúvida: Como é que os Tsurani são um povo tão numeroso, se o casamento e a procriação entre os escravos são tão raros? Só os chefes de guerra é que o fazem?
 
 
#3 Júlia 2010-06-08 23:19
Este livro foi originalmente editado em 1982, mas, devido ao seu extenso volume, foram cortadas algumas cenas. Com o sucesso que teve, passados quatro anos foi reeditado com os textos extra, em dois volumes que são os que foram agora editados pela SDE - O Mago-Aprendiz e O Mago-Mestre.
Este livro começa por se centrar na cidade de Crydee, uma cidade num reino fictício, onde assistimos ao dia da escolha, quer isto dizer, o dia em que Pug e Tomas passam à idade adulta, sendo escolhidos como aprendizes, ou não, para os mais variados ofícios. Quando Pug pensa que não vai ser escolhido, o Mestre Kulgan responsabiliza- se pela sua educação na arte da magia.
E é como aprendiz e com algumas dificuldades na aprendizagem que certa manhã, juntamente com o seu amigo Tomas, encontram um barco desconhecido que é logo suspeito de ser enviado por um mundo paralelo com um grande poder mágico. O Duque de Crydee dá, assim, início a uma longa viagem até ao Rei Rodric, para se tomarem medidas em relação às criaturas vinda do outro mundo que têm devastado cidade após cidade. Tomas e Pug vão com o rei, iniciando uma série de aventuras, onde conhecemos Elfos, Anões, Dragões que falam, Espectrus...
Devo dizer que não é um livro fácil de ler, mas que até gostei, pois, por vezes, tive dificuldade em me embrenhar na história. Agora quero ler o seguinte para saber que rumo vai dar o autor à história.
 
 
#2 Joana Dias 2010-05-19 21:26
Eu nunca tinha lido nenhum livro deste autor, mas já tinha ouvido falar nele pela sua fama a nível internacional, sendo já conhecido por um dos maiores autores de fantasia de sempre.
Já era tempo de, finalmente, termos acesso em português ao início desta fantástica saga. De facto, a fama do autor não desilude. Ao fim de lermos algumas dezenas de páginas, logo sentimos que temos nas mãos um clássico de fantasia intemporal.
Nada falta a este livro para o ser, desde cenários deslumbrantes e arrojados que, se entendo bem, foram criados ponderada e detalhadamente pelo autor para nos dar acesso a uma janela para um mundo à parte, onde a fantasia e a magia são as rainhas.
As personagens estão construídas de forma soberba, sendo o lado emocional o âmago e o coração de toda a história. É também realmente interessante assistirmos à evolução de Pug de um simples menino órfão a aprendiz de um mago poderoso, estando cada mais ligado à magia.
É uma leitura que nos prende desde do inicio e difícil de largar, quer pelos personagens, quer pelo fantástico mundo criado pelo autor repleto de elfos, anões e mágicos, quer pelo suspense e pelo mistério presente no livro em boas doses que nos deixa a roer unhas ansiosos por um próximo volume.
O livro é, sem dúvida, uma obra prima da fantasia, levando-nos o autor a quase desejar abandonar o nosso mundo real para habitarmos permanentemente no mundo mágico que ele construiu.
 
 
#1 Maria João 2010-04-03 00:15
Antes de mais, são muito injustas estas trilogias e sagas. Não avisam, uma pessoa entusiasma-se e depois acaba por não saber o final, snif snif.
Pelo que entendi, este livro já foi escrito há muito tempo, mas não deixa de ser muito interessante. Quando damos conta, estamos completamente envolvidos e ansiosos por saber qual a continuação.
Acompanhamos as aventuras de Pug e Thomas, dois amigos inseparáveis que partilham várias aventuras. Passando pelo mundo dos elfos, até ao país dos anões, aterrando por fim num mundo do qual nada sabemos, o qual mal posso esperar para conhecer :-)
Venha o próximo.
 

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