O Mar que a Gente Faz

FaceBook  Twitter  

 

 

 

Autor: João Negreiros
Edição: Mar/2010
Páginas: 104
ISBN: 9789896371944
Editora: Camões & Companhia

 


O Mar que a Gente Faz
leva-nos para o seio de uma família de pescadores, onde todos os dias a faina ainda leva os homens a madrugar e sofrer na pele a força das ondas e a dureza do mar. O menino Sargo – que tem nome de peixe – conta-nos uma história que se lê como uma fábula para pais e filhos. Tudo começa no dia em que Sargo nasce e sorri entre as redes dos pescadores. Daí em diante, é uma narrativa de um brilho e ternura excepcionais.

Recheado de pequenas peripécias que nos levarão do riso às lágrimas, sempre com um forte sentimento de saudade, o menino Sargo vai recordar-nos aquilo que já soubemos e a vida nos fez esquecer; o significado da vida, da morte e do verdadeiro amor. Ninguém ficará indiferente à escrita quase musical, ou à inocência terna da criança que nos conta como tudo acontece, com olhos que tudo observam e tudo sentem.

Autor:

João Negreiros nasceu em Matosinhos a 23 de Novembro de 1976. Foi o primeiro classificado no Prémio Internacional OFF FLIP de Literatura 2009 (Brasil). Em Portugal, entre outros prémios, João Negreiros venceu o Prémio de Poesia Nuno Júdice 2009 e o Prémio Dias de Melo 2012, com o seu romance intitulado “O sol morreu aqui”. Na área do teatro, a sua obra foi crescendo, tendo hoje quatro peças editadas, “Silêncio”, “Os Vendilhões do Templo”, “O segundo do fim” e “Os de sempre”. No âmbito da poesia, publicou quatro livros: “o cheiro da sombra das flores”, seleccionado de entre as melhores obras de poesia ibérica pelo Prémio Correntes d' Escritas 2009, “luto lento”, “a verdade dói e pode estar errada” e “o amor és tu”. Em 2010, foi editado o seu primeiro livro de prosa “O mar que a gente faz”.
Para além de escritor, João Negreiros é actor e tem divulgado a poesia nacional através de espectáculos e vídeos de spoken word. Em 2011, o artista representou a Literatura Portuguesa na 7ª edição do conceituado Festival Internacional das Artes de Castela e Leão.

Comentários  

 
#2 João Teixeira 2010-04-27 16:19
Gostei bastante de ler este livro. João Negreiros escreve com grande sentido poético, o que me faz achar que, em termos de estilo, este livro se inclui na "onda literária" do José Luís Peixoto (espero que, se o João Negreiros alguma vez ler este comentário, não se sinta ofendido com a comparação).
O livro é bastante interessante, mas muito pequenino, pelo que fica a ideia de que se trata de um breve conto que seria interessante ver mais desenvolvido. Em todo o caso, está escrito de uma forma competentíssima e, acima de tudo, bela, apesar de o final ser um pouco prevísivel.
Guardarei boas recordações deste livro, também porque gostei muito das ilustrações que acompanham o texto. Enfim... Uma leitura muito agradável!
 
 
#1 Sebastião Barata 2010-04-18 18:49
Ler João Negreiros foi uma enorme e agradável surpresa. O mar que a gente faz foi o primeiro livro que li do autor, e fiquei deslumbrada.Tan to que vou comprar todos os outros livros do autor.
Um livro delicado e que para mim será uma referência na minha biblioteca.
Um livro que têm de ler ...

Nota: Este comentário foi elaborado por Sónia Areia e colocado a seu pedido.
 

Tem de iniciar sessão para submeter o seu comentário.

Últimas Opiniões

  • A Noiva do Marquês
    Desde que me tornei fã de Tessa Dare, ao ler o seu encantador Romance com o Duque, que estava bastante ...
  • 12.02.2016 21:19
  • Sissi - Imperatriz por Amor
    Diz-se que a História é mais irreal do que a ficção. Se virmos bem, raramente a narrativa de um ...
  • 10.02.2016 00:50
  • O Detetive Esqueleto - Espiral de Morte
    Este livro é sombrio e fora do normal. Mas eu adoro! Skulderry Pleasant, um detetive fenomenal,conhe ...
  • 29.01.2016 16:02

Últimos Tópicos

Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato