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| O Mensageiro |
| Sexta, 25 Junho 2010 23:54 | |||
![]() Autor: Andy Andrews Edição: Jun/2010 Páginas: 144 Editora: Pergaminho «Eu sou um mensageiro. Tenho um dom. Enquanto alguns nasceram para cantar e outros correm velozmente, eu reparo em coisas a que outros não prestam atenção e algumas delas estão mesmo à vista.» O seu nome é Jones. Ninguém sabe muito bem que idade tem e parece que ninguém o consegue descrever muito precisamente; mas este misterioso e sábio desconhecido muda a vida de todos aqueles com quem se cruza. Orange Beach, no Alabama, é uma pequena vila de gente simples. Mas, como todos os seres humanos no mundo, os habitantes de Orange Beach têm os seus problemas – casamentos à beira do divórcio, jovens desanimados e desmotivados com tudo, negócios em risco de falência, enfim, todos aqueles obstáculos que a vida nos serve em doses generosas. Contudo, sempre que as coisas parecem estar mais negras e parece que não há solução à vista, um misterioso desconhecido chamado Jones aparece, como que por milagre. Este homem de aparência singela (de cabelo branco, vestido de jeans, t-shirt branca e sandálias, e sempre com a sua mala de cabedal) é uma alma invulgar. Ele não oferece soluções mágicas, nem tem conselhos infalíveis para dar; o que ele traz a quem precisa é simplesmente… a capacidade de reparar. De reparar no amor, na beleza, na esperança e em todas as coisas que a vida tem para oferecer, mesmo nos momentos mais obscuros. O Mensageiro é um livro inesquecível, comovente e inspirador que vai transformar a sua vida. Autor: Com best-sellers publicados em mais de 20 países e com milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Andy Andrews é um dos autores mais populares e inspiradores nos EUA. É também um conferencista de renome, tendo sido convidado para discursar perante quatro Presidentes dos EUA ao longo da sua carreira. Vive em Orange Beach, no Alabama, com a mulher Polly e os seus dois filhos.
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| Actualizado em Quarta, 08 Setembro 2010 22:30 |
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| Re:O que estou a ler... wasp 5.2.2012 1:18 |
| Livro - "Dolce Di Love" de Sarah-Kate Lynch paulo 4.2.2012 21:45 |
| Re:As nossas wislists nidia_cardoso 4.2.2012 21:11 |
| Re:Em Nome do Filho Verasopa 4.2.2012 21:03 |
| Re:Troca clarinda 4.2.2012 19:14 |
Comentários
E fiquei agradavelmente surpreendida.
Sem dúvida, uma lição a reter.
Este livro, do princípio ao fim, é um desses casos.
Dei por mim a querer sublinhar certas passagens, a lê-las e a relê-las, a tomar notas, a fazer contas. Tanto do que eu lia se aplicava a mim!
Não gosto dos denominados livros de auto-ajuda, e este realmente não se enquadra nesse estilo, mas será que me ajudou de alguma forma? Será que me modifiquei graças ao que li, como promete a sinopse?
Não sei. Sei é que fiquei a pensar em muitas das coisas que descobri e acima de tudo, apercebi-me realmente que TUDO é mesmo uma questão de perspectiva!
EXCERTO:
"O vosso tempo neste mundo é uma dádiva que tem de ser usada de forma sensata. Não esbanjem as vossas palavras e os vossos pensamentos. Considerem que até as atitudes mais simples que tenham em relação à vida possuem uma importância excepcional... e contam para sempre."
O mensageiro Jones é uma personagem que nos realça o que menosprezamos e que normalmente são pessoas ou situações bem visíveis, mas em que não reparamos porque nos falta "perspectiva", ou seja, uma visão alargada que nos permita respirar fundo, recompor-nos e recomeçar.
Focamos a nossa atenção, pensamentos e energia no que está mal e esquecemos tudo o resto. Este livro impõe-nos um novo olhar e reflexão, porque, com certeza, o melhor ainda está para vir.
Conta a história de Jones, uma personagem pela qual não podemos deixar de sentir um grande carinho, e das diversas vidas que ele ajuda a mudar (para melhor!). Pois, no fundo, é tudo uma questão de perspectiva.
Este livro recorda-nos do poder que temos sobre as nossas vidas e as dos que nos rodeiam; que podemos conseguir aquilo que almejamos com força de vontade e ambição q.b., tendo em atenção não só "os fins" mas também "os meios" e desfrutando deles. Se lutarmos por aquilo que queremos, sabe sempre melhor quando o alcançamos.
É evidente que nem tudo o que li ao longo destas 140 páginas me convenceu e que algumas das temáticas abordadas (como os quatro dialectos que usamos para expressar o nosso amor pelos outros) serão discutidas com outras pessoas e questionadas até à exaustão. No fundo, é um livro que me leva a pensar sobre mim, sobre a sociedade, sobre a vida. E não é também isso que procuramos num bom livro?
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