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Domingo, 21 Novembro 2010 22:45 |
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Autor: Paul Collins Edição: Nov/2010 Páginas: 344 Série: Crónicas de Jelindel (3º Vol.) Editora: Edições Gailivro
Três mercenários, o veneno que corre nas suas veias e apenas seis semanas para encontrar uma relíquia de dragão que foi roubada. A acção nunca pára em O Olho do Dragão. A Condessa Jelindel dek Mediesar, Daretor e Zimak são enviados numa busca desesperada para recuperar um talismã de jade que foi roubado: O Olho do Dragão. Com um veneno de acção lenta a correr-lhes nas veias, eles têm apenas seis semanas até encontrarem o talismã e tomarem o respectivo antídoto.
A magia e o caos predominam enquanto eles são perseguidos entre mundos paralelos, antes do violento confronto final junto da Torre Inviolada. E, depois, quando já estão tão perto do seu objectivo, surge a derradeira traição.
Autor: Paul Collins nasceu em Inglaterra, cresceu na Nova Zelândia e mudou-se para a Austrália em 1972.Um dos mais importantes e emocionantes autores de ficção da Austrália, Paul já viu as suas histórias publicadas em mais de 150 revistas e antologias. A sua compilação de contos The Government in Exile, foi publicada em 1994 e logo depois seguiu-se o romance de ficção, The Wizard’s Torment, em 1995. Até hoje escreveu mais de vinte livros de fascículos, cerca de trinta obras de não ficção, duas antologias de contos e uma mão cheia de romances, incluindo a sua mais recente obra The Dog King que foi seleccionado pela CBC como um “notable book”. Editou onze antologias e The MUP Ecyclopaedia of Australian Science Fiction and Fantasy.
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Actualizado em Sábado, 04 Dezembro 2010 23:49 |
Comentários
Fez-me lembrar os filmes de O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Star Wars ou Avatar. Falo nos filmes, porque os vi e não nos livros em que se basearam, porque não os li...
Lembra-me o Senhor dos Anéis, porque o grupo das personagens principais viaja por locais estranhos, como florestas dotadas de árvores invulgares, desertos mágicos, montanhas escarpadas, territórios subterrâneos com habitantes absolutamente aterrorizantes.
Associo ao Harry Potter, porque a protagonista é uma poderosa feiticeira que, com com as suas palavras e gestos mágicos, consegue o impossível, como travar ou imobilizar guerreiros, transportar pessoas, suspender fenómenos da natureza ou contrariar os feitiços dos feiticeiros inimigos.
Lembra-me também Star Wars, não porque haja guerra entre mundos, mas sim entre dimensões, com as personagens a viajar de umas para as outras. Nas suas viagens, encontram criaturas fantásticas que são personalizações dos nossos mitos ancestrais, sendo sugerido que tenham habitado a nossa dimensão em alguma época do passado.
Por fim, encontro uma forte associação ao Avatar, porque as personagens viajam num dragão e, a certa altura, são teletransportad as por máquinas que os desmaterializam e voltam a materializar noutro lugar ou noutra dimensão. Cada dragão tem o seu humano, com o qual faz uma unidade quase física, voam e lutam em conjunto contra os inimigos. Achei muito interessante o combate aéreo entre os dragões e as galinhas mecânicas do vilão da história.
Há uma forte ligação entre os seres humanos e os dragões e é mercê da interligação entre ambas as raças que a história chegará a bom termo e serão atingidos os objectivos que ambas perseguem.
Quero referir que, sendo este o terceiro volume da saga “Crónicas de Jelindel”, este facto me dificultou um pouco a entrada na história, mas não impediu a sua compreensão.
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