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| O Rapaz Que Falava Com o Diabo |
| Quinta, 04 Fevereiro 2010 22:52 | |||
![]() Autor: Justin Evans Título Original: A Good and Happy Child Tradução: Jaime Araújo Páginas: 336 Editora: Presença Leia aqui um excerto do livro George Davis jamais pensou que no dia em que tivesse um filho fosse incapaz de lhe pegar ou sequer de se aproximar dele, como lhe veio a acontecer. Por isso decide consultar uma psiquiatra, onde a pouco a pouco vai revelando episódios traumáticos da sua infância, relacionados com a morte misteriosa do pai. George lembra-se de em criança ser visitado por uma estranha aparição, um rapaz que lhe conta factos muito perturbadores acerca do seu pai. Mas este rapaz existirá mesmo ou será tudo produto de uma imaginação transtornada? Um thriller psicológico com todos os ingredientes que o deixarão agarrado às páginas do princípio ao fim. Autor: Justin Evans estudou Literatura Inglesa na Columbia University e tem um MBA em Finanças na New York University. Ao longo do seu percurso profissional passou por empresas como a Paramount Pictures e a Nielsen Company. Actualmente trabalha para a Pluck Corporation. Este é o seu primeiro romance.
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| Actualizado em Segunda, 05 Abril 2010 23:18 |
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| Re:Vendo ou troco (RaquelCollin) RaquelCollin 6.2.2012 23:19 |
| Re:As nossas wislists wasp 6.2.2012 23:09 |
| Re:6 de Fevereiro - AnaisNin RaquelCollin 6.2.2012 22:45 |
| Re:A Guarda Negra vibarao 6.2.2012 22:27 |
| Re:6 de Fevereiro - AnaisNin Paula_Belita 6.2.2012 22:20 |
Comentários
Ao longo desta reflexão, George admite que em criança tinha estranhas aparições, onde um pequeno rapaz, um «segundo George», lhe desvendava pequenos segredos sobre a morte do seu pai.
Mas a principal questão é - Quem, no mundo racionalista de hoje, consegue acreditar que uma criança possuía a capacidade de ver aparições? Que possivelmente esteve possuída?
Durante todo o livro, o malabarismo entre a dúvida e a irrealidade é constante e este está muito bem transmitido. Aliás, o livro está muito bem escrito!
Além de todas estas perturbações mentais (ou talvez não...) e morais, George tem ainda de enfrentar um casamento que se desmorona e um medo quase irracional do seu próprio filho.
Mas será que esse medo tem razão de ser?
Haverá algo que George pressente e que mais ninguém consegue ver?
Ou será apenas as demonstrações de um homem com uma mente perturbada?
Estas e outras questões vão-nos assaltando ao longo de todo o livro, fazendo com que o leitor não seja simplesmente passivo, mas que reflicta no que está a ler.
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