Obra Poética [1948-1995]

FaceBook  Twitter  

 

 

Autor: David Mourão-Ferreira
Género: Poesia
Edição: Nov/2019
Páginas: 808
ISBN: 9789723721126
Editora: Assírio & Alvim

 

 


Nesta edição da Obra Poética de David Mourão-Ferreira incluem-se todos os livros e conjuntos de poemas organizados e publicados pelo autor. Na primeira parte reedita-se a Obra Poética 1948-1988, com introdução de Eduardo Prado Coelho; ao livro Cancioneiro de Natal acrescentou-se uma poesia dispersa de 1995, «Som de Natal», único texto deste ciclo escrito depois de 1987: assim se completa um livro iniciado por David Mourão-Ferreira em 1960 e por ele caracterizado como «obra “aberta” ou “em suspenso”».

Na segunda parte reúnem-se os três conjuntos de poemas impressos posteriormente: Lisboa — Luzes e Sombras, num álbum com fotografias de Pepe Diniz, editado em 1992 pelo Metropolitano de Lisboa, Música de Cama, numa edição privada de 1994 com desenhos do escultor Francisco Simões, e Rime Petrose, cinco sonetos publicados no n.º 135-136 da revista Colóquio/Letras, em janeiro de 1995.

Autor:

David Mourão-Ferreira, escritor português, nasceu em Lisboa, em 1927 e morreu, também nesta cidade, em 1996. Licenciou-se em Filologia Românica em Lisboa, onde chegou a ser professor catedrático, organizando e regendo, entre outras, a cadeira de Teoria da Literatura. Foi secretário de Estado da Cultura, entre 1976 e 1979.
In Infopédia [Porto Editora]

Tem de iniciar sessão para submeter o seu comentário.

Últimas Opiniões

  • A Morte do Papa
    Depois de ter lido todos os livros anteriores de Nuno Nepomuceno, este foi o primeiro em que tive ...
  • 24.02.2020 00:22
  • Pão de Açúcar
    Faz agora em fevereiro catorze anos que se deu um acontecimento que apaixonou o País e deixou os ...
  • 02.02.2020 22:44
  • Budapeste
    Este livro fala de uma profissão que muitos podem considerar ficção, mas é muito real e mais vulgar do ...
  • 18.01.2020 23:22

Últimos Tópicos

Uma Pequena Palavra...

"O Homem e o escritor são a mesma pessoa. Mas este facto constitui a maior descoberta de um escritor. Precisei de muito tempo - e de quantas páginas escritas! - para chegar a essa síntese."
V.S.Naipaul, in O Enigma da Chegada.