Álbum de Família


Autor: David Sedaris
Edição: Jun/2010
Páginas: 200
Editora: Contraponto

Do autor de Diário de um Fumador

David Sedaris anda pela vida com um caderno de notas. Nele, aponta todas as bizarrias que vê e que, para a maior parte de nós, até poderiam parecer normais – até passarem pela peneira da ironia de Sedaris. Neste livro, reúne ensaios e memórias sobre alguns dos seus temas favoritos: a família, os relacionamentos e os desconhecidos meio loucos que encontramos no autocarro, na fila do supermercado ou até no apartamento do lado.

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Planície de Espelhos


Autor: Gabriel Magalhães
Edição: Jun/2010
Páginas: 224
Editora: Difel

Este livro é mágico. O leitor deverá pegar nele com todo o cuidado. Nunca se sabe bem o que pode acontecer quando alguém folheia as páginas deste romance. A protagonista, Marta, uma professora universitária, parte para uma viagem que a levará a encontrar-se com um fantasma que lhe pede boleia, à noite, numa estrada alentejana. O espectro voltará a aparecer no dia seguinte, assombrando a sua vida. Mas a maior surpresa acontece quando o fantasma surge na vida do autor – e também na existência de cada leitor deste romance. Porque Planície de Espelhos leva às últimas consequências a magia da literatura.

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Noites de Sexta-feira


Autora: Joanna Trollope
Edição: Jun/2010
Páginas: 305
Editora: Porto Editora

O que une seis mulheres, de idades e vivências tão diferentes, numa amizade improvável?
Eleanor, recém-reformada, é o pilar do grupo, mas o seu semblante sábio e determinado encobre medos e inseguranças profundamente enterrados; Paula é uma mulher ambiciosa que no passado se envolveu com um homem casado; Lindsay, ainda grávida, teve de lidar com a morte do marido; Jules, uma rapariga problemática, tenta encontrar o seu lugar no mundo; Blaise, independente e pragmática, tem apenas uma obsessão: o trabalho; e Karen, casada com um pintor fracassado, sente o peso de ser o único ganha-pão da família.

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As Filhas do Assassino


Autora: Randy Susan Meyers
Edição: Mai/2010
Páginas: 368
Editora: Bizâncio

A infância de Lulu e de Merry nunca fora ideal, mas na véspera da comemoração do 10.º aniversário de Lulu, o pai transforma-lhes a vida num pesadelo. Lulu estava avisada de que não deveria deixar o pai entrar em casa, mas quando este bate à porta, embriagado, não consegue ignorá-lo. O pai entra à força e Lulu percebe, horrorizada, que está a agredir a mãe. Corre a pedir ajuda e, de regresso, descobre que o pai assassinou a mãe, apunhalou Merry, a irmã de 5 anos, e em vão tentou suicidar-se.

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As Boas Maneiras ainda São Importantes?


Subtítulo: Em defesa do comportamento civilizado num mundo bárbaro
Autora: Lucinda Holdforth
Páginas: 192
Editora: Bizâncio

Já se sabe como é: seja o comodista que nos transportes públicos não se levanta para dar lugar a uma senhora grávida, seja o espertinho que fura a fila na bilheteira do cinema, não há nada como a má-criação para nos estragar o dia. Mas porque damos tanta importância a estes gestos? Afinal, boas maneiras ainda são importantes? Claro, são essenciais à civilização, diz-nos Lucinda Holdforth neste ensaio apaixonado.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato