Ponto de Ruptura

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Autor: Barry Eisler
Páginas: 336
Editor: Quidnovi

Alex Treven faria qualquer coisa para ser sócio da empresa onde trabalha - uma firma de advogados especializada em patentes de alta tecnologia; e crê que o seu passaporte está garantido quando fecha um negócio milionário com o excêntrico inventor de um programa de encriptação. Mas este é assassinado naquilo que se julga um acerto de contas com um traficante, o perito que avaliou o programa aparece morto logo a seguir e Alex sofre um ataque dentro da sua própria casa.

Para descobrir toda a verdade e salvar a vida, Alex é então obrigado a pedir a ajuda de um homem que pensava nunca mais ter de rever: o seu irmão Ben, membro de uma organização militar secreta de combate ao terrorismo que, apesar de não falar com ele desde a morte da mãe, concorda em voar de Istambul até São Francisco para o apoiar. É a ele, de resto, que Alex revela que há mais uma pessoa por dentro do programa informático: Sarah Hosseini, uma advogada de origem iraniana por quem está secretamente apaixonado e de quem Ben imediatamente desconfia.
À medida que os irmãos trabalham para identificar as forças que os querem silenciar, ambos são obrigados a olhar para trás e analisar os factos que os separaram - e a presença de Sarah, com os seus próprios desejos e anseios, vai ser apenas mais um ponto de ruptura...

Autor:
Barry Eisler passou três anos como agente secreto na Direcção de Operações da CIA, tendo trabalhado depois disso como advogado de empresas de alta tecnologia em Silicon Valley e no Japão, onde conquistou o cinturão negro de Judo. Os seus thrillers receberam numerosos prémios, são presença habitual nas listas dos livros mais vendidos nos EUA e estão traduzidos em cerca de vinte línguas, tendo um deles sido adaptado ao cinema. Eisler vive entre São Francisco e Tóquio.

Comentários  

 
+1 #2 Tanea Lopes Costa 2010-01-10 17:34
Cheio de acção e suspense do inicio ao fim este é um livro de leitura compulsiva, só conseguimos terminar na ultima página!

Bem escrito com personagens bem construídas, somos transportados para o mundo da espionagem industrial e de agências combate ao terrorismo que não olham a meios para atingir os fins.

Recomendo a sua leitura para os amantes de suspense!
 
 
+1 #1 Sílvia 2009-12-12 16:32
O "ponto de ruptura" é um livro de acção com muito suspense do início ao fim. Sem dúvida uma história “à americana” com armas, tiros, terrorismo, mortes contada de uma forma muito linear. A história constrói-se a partir de Alex, um advogado, aspirante a sócio de uma das maiores empresas, que vê no registo da patente de um programa de encriptação a sua oportunidade de ouro. O que Alex não sabe é que esse programa pode colocar a segurança dos EUA em risco, o que lhe poderá custar a vida. Vê-se obrigado, então, a pedir ajuda ao seu irmão Ben que pertence a uma organização de combate ao terrorismo e contará também com a ajuda da atraente advogada-colabo radora Sara (iraniana). o que também Ben não sabe é que esse programa pode ir contra os seus príncipios e terá também quem o queira eliminar...Dese nrolando-se muita aventura, acção e suspense, principalmente a meio do livro.
Através da escrita, nota-se que o autor não é um escritor, pois quando relata o romance dos dois irmãos e a advogada fá-lo de uma forma fria e “seca” sem comover. E um bom romance e bem descrito ficam tão bem nestas histórias!
Para quem gosta de ler histórias com muita acção e alguma ironia pelo meio, aconselho.
Ponto positivo: bom suspense
Ponto negativo: a escrita bastante fria nalgumas situações que exigiam mais “sabor”
Classificação: ****
 

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"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato