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| Prazeres Inconfessos |
| Segunda, 27 Junho 2011 00:36 | |||
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Autora: Laurell K. Hamilton Monica Vespucci usava um crachá que dizia "Os Vampiros também são Pessoas". Não era um início de noite prometedor. Tinha cabelo curto, habilmente cortado, e uma maquilhagem perfeita. O crachá devia ter-me alertado para o tipo de despedida de solteira que planeara. Há dias em que sou demasiado lenta a perceber as coisas. "Eu usava jeans negros, botas até ao joelho e uma blusa carmesim, de mangas compridas, para esconder a bainha da faca que trazia no pulso direito, e as cicatrizes no meu braço esquerdo. Deixara a minha arma na mala do carro, pois não achava que a despedida de solteira se pudesse descontrolar por aí além…"
Autora:
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| Actualizado em Domingo, 03 Julho 2011 08:52 |
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No entanto, há quem lhe chame também a executora, pois, com a aprovação do juiz ou do júri, ela pode executar os vampiros, mas só mesmo com ordem do tribunal.
Mónica, uma rapariga que trabalha com a amiga de Anita, telefona-lhe, para esta comparecer numa festa que ia dar para a despedida de solteira de Catherine. Como boa amiga, Anita aceita, mas não vai sem levar a sua cruz, uma arma debaixo da manga e umas quantas debaixo da roupa. No entanto, começa a pensar que, se calhar, tinha sido má ideia, quando se depara com um crachá que Mónica usa, dizendo: “Os vampiros também são pessoas”. Ela só podia estar a gozar... Pior foi quando a despedida acabou no Prazeres Inconfessos, onde os seres sobrenaturais, especialmente vampiros, trabalham. Anita já os conhece, especialmente Jean-Claud sempre a chamar-lhe ma petite. Adorei realmente esta personagem, apesar de não estar muito presente no livro. A despedida de solteira torna-se numa aventura que Anita terá de resolver.
Um livro de que gostei bastante, desde início até ao fim e com personagens mais ou menos aprofundadas. Adorei Anita e todo seu sarcasmo, as suas indirectas e todo o seu humor.
Devo só chamar a atenção para algo que me chateou um pouco, nada a ver com a história, mas sim com a pontuação: faltam vírgulas, travessões; parecendo que não, confunde por vezes.
Adoro viajar neste mundo imaginário, onde tudo é possível e tudo pode acontecer.
Espero ansiosamente um próximo....
Anita trabalha essencialmente de noite, combatendo contra vários seres sobrenaturais que acordam mortos das suas campas. Num mundo onde o estranho é aceite, o trabalho de Anita é difícil, perigoso, extenuante, mas muito emocionante, sendo deveras produtor, do seu ponto de vista.
Num dia como qualquer outro, ligam-lhe a convidá-la para a despedida de solteira de uma amiga, o que, embora não tivesse muita vontade, aceita. Mas percebe que cometeu um erro enorme, quando vê para onde a leva essa despedida de solteira. Ao conhecido bar Prazeres Inconfessos, onde seres sobrenaturais trabalham a servir às mesas, a actuar e a encantar os humanos. E o que parecia ser uma simples noite com muita risada e bebedeira, acaba por ser o início de uma aventura, onde a vida e a morte contrabalançam perigosamente perto uma da outra.
Sinceramente, este livro foi uma surpresa e se, por um lado, ao começar a ler, as minhas expectativas elevaram-se, por outro lado, devido a esse aumento de expectativas, senti-me deveras decepcionada ao constatar que o ritmo da história ia diminuindo à medida que lia o livro. Melhor dizendo, não era propriamente o ritmo, pois o que não falta no livro são lutas e afins, mas o aprofundamento das personagens não está lá, sendo Anita a única personagem minimamente aprofundada e das poucas personagens que nos prende, essencialmente devido ao seu grande humor sarcástico...
A escrita da autora não é má, é simples e fluída, o que até é bom para este género de livro... mas faltava mais alma no livro.
E outra coisinha... terei sido eu a única a não perceber a que é que a frase da capa ("O que fazer quando o monstro que jurámos matar se converte no homem sem o qual não podemos viver?") se refere? Sim, no livro Anita interage com vários homens... mas nenhum ficou significativame nte ligado a ela. Será que esta frase não seria para outro livro da saga? É que neste não deve ser quase de certeza, pois eu, pelo menos, fiquei indecisa relativamente a dois homens e, mesmo assim, nenhum deles encaixa na frase!
Resumindo: sim, gostei, mas com o início do livro esperava muito mais... Agora só resta experimentar o próximo livro da saga e logo verei se gostarei mais.
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