Participe neste fantástico passatempo e habilite-se a ganhar exemplares dos livros "Eterna Saudade" e "Steve Jobs nas suas Próprias Palavras". Para mais informações clique aqui.
| Provas Manipuladas |
| Sexta, 12 Março 2010 15:54 | |||
![]() Autora: Donna Leon Edição: Mar/2010 Páginas: 248 Editora: Planeta Quando uma veneziana idosa é brutalmente assassinada, a principal suspeita é a sua empregada romena, que fugiu da cidade. Quando tenta sair do país, levando consigo uma considerável soma e documentos falsos, a empregada mete-se à frente de um comboio e morre atropelada. Caso encerrado. Mas quando a vizinha da velha assassinada regressa do estrangeiro, torna-se evidente que a empregada não podia ter sido a assassina. O Commissario Brunetti decide - oficiosamente - encarregar-se pessoalmente do caso. Quando Brunetti investiga, torna-se claro que o motivo do assassínio não foi a avareza, mas que teve as suas raízes nas tentações da luxúria. Mas talvez Brunetti esteja a pensar no pecado capital errado... Autora: Donna Leon nasceu em New Jersey, em 1942, viajou e trabalhou em vários países e acabou por se fixar, em 1981, em Veneza, cidade onde se passam os romances policiais que celebrizaram o Comissário Brunnetti. Com obra traduzida em 27 línguas, recordista de um milhão de exemplares vendidos no Reino Unido e com livros adaptados à televisão alemã, Donna Leon é vencedora do prestigiado prémio Macallan Silver Dagger e considerada uma referência no género policial, comparada a Simenon e Agatha Christie.
|
|||
| Actualizado em Quarta, 21 Abril 2010 22:11 |
Os nossos Passatempos têm o prestimoso contributo das Editoras que colaboram connosco.
Para ver os resultados dos passatempos mais recentes clique aqui.
| Re:Vendo ou troco (RaquelCollin) RaquelCollin 6.2.2012 23:19 |
| Re:As nossas wislists wasp 6.2.2012 23:09 |
| Re:6 de Fevereiro - AnaisNin RaquelCollin 6.2.2012 22:45 |
| Re:A Guarda Negra vibarao 6.2.2012 22:27 |
| Re:6 de Fevereiro - AnaisNin Paula_Belita 6.2.2012 22:20 |
Comentários
O livro começa com a morte de uma idosa e o desaparecimento estranho da empregada dela, dando todos os indícios de que foi ela a culpada do assassínio. Mas uma vizinha da vítima, quando dá o seu testemunho à polícia, afirma que a empregada não pode ter cometido tal crime.
Gostei bastante do livro, são uns policiais muito bons de se ler. O único reparo que faço é que achei o final um pouco apressado demais, mas, no geral, gostei!
Ponto negativo: Ao longo da leitura acho que a história perdeu interesse, quando deveria ser o contrário.
O livro é delicioso, começamos a ler e não paramos de querer mais e mais e mais.
A história gira em torno da investigação ao crime, desta vez de uma idosa. Ao lermos, vamos resolvendo o crime juntamente com o Brunetti. Aliás, o mais contagiante nesta história é mesmo a investigação, conhecermos todos os detalhes da vida dos suspeitos, vermos quais são as provas, ver a mente do Brunetti a trabalhar e a interacção dele com os colegas, porque o crime em si não é nenhuma surpresa.
Adorei o facto de estarmos tanto a par do trabalho do Brunetti como da sua vida pessoal, adorei a relação dele com a mulher, com a comida e com o vinho. Adorei ler as descrições de Veneza.
É um livro que me fez querer ler todos os outros livros da Donna Leon.
Bem sei que não é o primeiro livro da série de policiais com a personagem central do Comissário Guido Brunetti, mas como cada livro aborda um caso, com princípio, meio e fim, achei que não perderia muito por não ler a série por ordem. De facto, ao ler esta obra não senti falta de ler as anteriores para ficar encantada com a personagem central... É essa personagem a mais-valia deste livro.
Há muito tempo que não lia policiais deste género... em que o foco do livro se centra mais na investigação do que no crime em si. O crime está cometido logo às primeiras páginas e de seguida acompanhamos o processo de investigação e as conjecturas do Comissário não só quanto a eventuais suspeitos, como em relação aos seus colegas e funcionários e também à corrupção que grassa na sociedade em que se inserem.
Senti a falta de algum ritmo e acção, mas este não é um policial para quem goste de adrenalina e de virar freneticamente páginas e páginas cheias de reviravoltas. Na minha opinião, peca um pouco pela previsibilidade da história e mesmo estando muito bem escrita, com personagens cativantes e um cenário envolvente, senti que faltava o factor surpresa...
Gostei de conhecer a escrita e autora (e o comissário), mas dentro deste género de policiais, prefiro a eterna Agatha Christie ;-)
Quando Brunetti investiga, torna-se claro que o motivo do assassínio não foi a avareza, mas que teve as suas raízes nas tentações da luxúria. Mas talvez Brunetti esteja a pensar no pecado capital errado...
Será assim tão difícil de imaginar que, nos dias que correm, alguém morra ou alguém cometa um crime através dos 7 pecados mortais?... Sim, neste caso foi através do pecado capital da Soberba.
A vaidade (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objectivo de ser admirada. Mostra com extravagância os seus pontos positivos e esconde os seus pontos negativos.
A vaidade é considerada o mais grave dos pecados capitais.
Esta é realmente a grande senhora do crime e eu fiquei com bastante interesse em voltar a ler outros livros dela.
Subscreva o RSS dos comentários