Saudade Eterna

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Autora: Joana D’Ourique
Género: Poesia
Edição: 2010
Páginas: 92
Formato: 148 x 210 mm
Editora: Vírgula

Saudade Eterna, é como um epitáfio do sofrimento de Joana, a perda do seu pai rodeada de muitos porquês, o amor a seu marido que sente dificuldade em compreendê-la, o amor e o orgulho nas suas filhas.
Em todos os sonetos se denota a melancolia da sua vida, a avidez de viver sem sofrer e anseio por uma morte tranquila. A solidão que nos relata, é uma solidão dita da Alma, pois Joana é uma pessoa muito extrovertida, mas só. A sua solidão, angustia-a ao ponto de desejar que tudo acabe para ser o centro das atenções.

O seu amor, um amor egoísta, um amar sem ser amado que só existe no seu Universo, mas que iguala muitos outros Universos. É o seu Eu dentro de um Eu que nunca chegou a se auto-conhecer.
Saudade Eterna é o grito de Joana para o exterior, um acto de coragem numa sociedade machista, cheia de estrangeirismos e sem poesia. É o grito de revolta por se deixar apagar aquilo que de mais português existe: a Poesia!

Autora:
Joana d'Ourique é um pseudónimo.

Vírgula é uma chancela de Sítio do Livro, Lda. O Sítio do Livro  visa publicar e comercializar, exclusivamente pela Internet, obras que não se encontrem à venda no circuito livreiro.
Sejam obras já antes editadas, que se encontrem esgotadas ou simplesmente retiradas de catálogo, ou obras novas que não tenham encontrado editor, o Sítio do Livro dedicar-se-á à sua publicação online, usando o sistema de print-on-demand, que permite produzir os livros à medida das encomendas, sem necessidade de tiragens prévias.
Desta forma, pretende o Sítio do Livro dar uma nova oportunidade de venda aos livros que já não se encontram nas livrarias, ou aos que, por terem presumivelmente uma procura muito selectiva, tenham dificuldade em ser editados.

Comentários  

 
+1 #1 Fátima Rodrigues 2010-05-01 13:07
Este livro traz-nos sonetos sobre diversos temas do dia-a-dia, do amor, poesia, festividades, sentimentos, tendo-me tocado mais o "Poesia", que para além de muito belo demonstra exactamente o que sinto ser a poesia. Tomo a liberdade de transcrever um pouco do poema...
"A poesia que ninguém lê
São palavras de sofrer,
São da alma o morrer,
São as lágrimas que ninguém vê.
.... "
 

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