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| Sete Dias para a Eternidade |
| Quinta, 06 Maio 2010 21:33 | |||
![]() Autor: Marc Levy Páginas: 224 Editora: Contraponto Deus e Lúcifer num braço-de-ferro final. O mais angélico dos anjos e o mais demoníaco dos demónios são postos em cena para o derradeiro desafio. Em apenas sete dias, joga-se o destino da humanidade. Mas nem Deus nem Lúcifer poderiam prever o que resultaria de um encontro entre o anjo e o demónio... Autor: Marc Levy é o autor de língua francesa mais lido em todo o mundo: os seus livros contam já com mais de 17 milhões de exemplares vendidos em mais de 41 países. Mas este autor não é só um favorito entre os leitores de todo o mundo; a crítica tem também reconhecido o seu talento excepcional como contador de histórias originais, provocantes e sempre comoventes. Nasceu em Boulogne Bilancourt, em 1961. Aos 18 anos, juntou-se à Cruz Vermelha Francesa, instituição com a qual colaborou durante seis anos. Paralelamente, formou-se em Gestão e Informática na Université Paris-Dauphine. Em 1983, fundou uma empresa especializada em design e informática, com projectos em França e nos EUA. Mais tarde, viria a dedicar-se ao design de interiores, fundando outra firma em Paris. Aos 37 anos de idade, Marc Levy escreveu o seu primeiro romance. E Se Fosse Verdade… começou por ser uma história destinada ao homem que o seu filho viria a ser. Encorajado pela irmã, enviou o manuscrito a uma editora, que aceitou publicá-lo. O sucesso fez-se sentir imediatamente e, desde então, os seus romances são presença constante nas listas de best-sellers. Marc Levy tem-se dedicado inteiramente à escrita e dois dos seus romances foram já adaptados com grande sucesso ao cinema.
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| Actualizado em Segunda, 14 Junho 2010 22:07 |
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Comentários
Adorei a ideia da história, apesar de defender que está muito mal aproveitada e subdesenvolvida . Muito mal talvez seja extremista, digamos que está satisfatoriamen te aproveitada. O início está mais ou menos, mas depois, desde que Lucas e Zofia se encontram, fica tudo muito apressado e com alguns lapsos. Por isso, concluo que o melhor de Sete Dias Para a Eternidade é mesmo a base da história.
Gostei também das personagens, principalmente de Deus, do Diabo e do Anjo Verificador (mais não digo!), o que acaba por ser negativo para o livro, visto que são personagens secundárias.
Gostei particularmente do final, que acabou por ser original, apesar de óbvio, já para não falar de ter uma certa piada.
Em termos de "exteriores", esta capa não é a mais atractiva, mas sinceramente nenhuma de Marc Levy o é. A sinopse é melhor e inspira bastante curiosidade, principalmente para não-católicos.
Concluindo, cada vez fico mais desiludida com os livros de Marc Levy. O primeiro (A Próxima Vez) achei fantástico, mas os últimos dois (E Se Fosse Verdade... e este) tornaram-se muito fracos e acabaram por não corresponder às minhas expectativas. O que têm de melhor é mesmo o factor de originalidade (mal aproveitado) e o facto de serem pequenos, e fáceis e rápidos de ler.
Compreendi porque Marc Levy é o autor francês mais lido e com tantas traduções. O talento não se questiona.
Um romance vertiginoso, porque, quando comecei a ler, não consegui mais parar e mantive um sorriso no rosto.
As personagens tão bem retratadas que senti como se fossem próximas, numa cidade que adoro - San Francisco. Uma batalha entre o bem e o mal que, apesar dos divertidos e irónicos diálogos, perturbaram-me com a intensidade de sentimentos que estavam subjacentes na descrição de situações difíceis.
Imperdível para retomar o gosto pela leitura e relaxar em férias.
Vou procurar ler outros livros deste autor.
Uma história doce e divertida. Acho que, tal como eu, todos os que lerem este livro se vão apaixonar pelo Lucas e pela Zofia.
Deus e Lúcifer finalmente concordam em uma coisa: eles estão desgastados por sua rivalidade eterna e gostariam de verificar - uma vez por todas – qual dos dois deve reinar sobre a humanidade e o mundo. As regras básicas de seu confronto final são simples e rígidas: cada campo irá enviar a sua melhor agente para a Terra durante sete dias; se o anjo de Deus alcançar mais bondade, ou se o demónio do Diabo fizer mais maldades, então Deus tomará o controle definitivo sobre a humanidade... e vice-versa.
Deus e Lúcifer concordam em estabelecer o desafio em San Francisco, e escolher seus respectivos emissários. Deus - ou melhor, Senhor, como ele é conhecido por sua fiel equipa - nomeia Zofia. Ela é bem-humorada, eficiente e ambiciosa, de uma forma saudável. Enquanto isso, Lúcifer - ou melhor, o Presidente – relutantemente nomeia Lucas, a partir a sua lista de candidatos maldosos.
Zofia começa nervosa sobre a difícil tarefa que tem pela frente dela. Ela sabe muito bem que o bem é mais poderoso quando expresso através de pequenos gestos do quotidiano, e ao longo do tempo, ao invés de "encenado" em uma corrida. Lucas, entretanto, saboreia o desafio e já está planeando a morte financeira e social da cidade... Lucas não tem escrúpulos - ele nem sequer sabe o que é um escrúpulo.
Na noite do primeiro dia, os caminhos de Lucas e Zofia cruzam-se num restaurante local perto do cais. Nenhum deles tem alguma ideia de quem é o outro. Para Lucas, parece impressionante esse estranho olhar e brilho inocente, que tornam a conquista ainda mais atractiva... Ele acrescenta à sua lista de “coisas a fazer” cortejar essa mulher que parece boa demais para ser verdade.
Instintivamente , Zofia não confia neste homem de palavras suaves e, quando olha em seus olhos torturados, ela não pode deixar de sentir pena dele. Ela sucumbe ao seu pedido para ir jantar no dia seguinte - o que acaba por ser um desastre - e, embora ela nunca resolva vê-lo novamente, é surpreendida com o quanto ele gosta de sua companhia (peculiar). Quanto mais tempo gasta com ele, mais ela quer salvar esta alma perdida...
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