Sou Só Eu Que…

Autor: Pedro Vieira
Género: Humor
Edição: Nov/2019
Páginas: 112
ISBN: 9789896657789
Editora: Objectiva

 

 


50 tipos de portugueses que nos dão instintos assassinos

Um compêndio inestimável com belíssimas ilustrações de algumas subespécies irritantíssimas de portugueses e respectiva catalogação.
Quem nunca teve de aturar um beto de esquerda, um ortoréxico, um terraplanista, um teorizador de conspiração, um cidadão, um saudosista do Estado Novo, um influencer, um fumador, um ex-fumador, um defensor do politicamente correcto, um detractor do políticamente correcto, uma recém-mamã com um blogue, um ecologista, um velho do restelo, as crianças dos outros.
É irritante, não é?

Pedro Vieira, vencedor do PEN para primeira obra de ficção em 2012, utente crítico (em todos os sentidos) de transportes públicos, humorista de fino recorte e senhor de uma subtil (chamemos-lhe assim) capacidade de observação do plano socio-politico-antropológico dos indivíduos com quem partilha o espaço social, decidiu levar ao prelo esta breve antologia de tipos de portugueses que nos tiram do sério, que nos fazem questionar as leis básicas do convívio entre indivíduos da mesma espécie, que desafiam as teorias mais progressistas sobre o ser humano, que, em suma, nos dão instintos assassinos.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Maré Alta
O Que não Pode Ser Salvo
Última Paragem, Massamá

Autor – Pedro Vieira

Autor:

Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975, cidade onde reside. Licenciado em Publicidade e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias como criativo, tendo sido um dos responsáveis pelo programa Ah, a Literatura!. Apresentou o programa diário Inferno e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3. Foi consultor de comunicação na Booktailors, designer no Centro Cultural Olga Cadaval, e livreiro em livrarias dos grupos Almedina e Bulhosa. Fez formação adicional na área da Ilustração, que exerce em regime freelancer, em cursos promovidos pela Ar.Co e pela Fundação Calouste Gulbenkian. É ilustrador residente da revista LER. Trabalha com regularidade no meio editorial e fez trabalhos de ilustração para várias editoras. Estreou-se na ficção com Última Paragem: Massamá, com o qual venceu o prémio P.E.N. Clube Português para Primeira Obra 2012. Em 2012 foi publicado Éramos Felizes e Não Sabíamos, uma compilação de crónicas. O Que não Pode Ser Salvo, o seu segundo romance, foi publicado em 2015. Neste momento é responsável pela comunicação do Cinema São Jorge e pelo podcast do jornal Inimigo Público.
Maré Alta é o seu terceiro romance.

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