Teatro Municipal de Baltazar Dias

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Autor: Paulo Miguel Rodrigues
Género: Artes
Edição: Jul/2019
Páginas: 352
ISBN: 9789895436118
Editora: Imprensa Académica

 

 


130 anos sobre o palco

O Teatro Municipal de Baltazar Dias, inaugurado em 1888, tem uma História multifacetada, repleta de actividades artísticas. Nesta obra, o leitor encontra uma síntese daquelas que decorreram sobre o palco, com um destaque natural para as Artes performativas.
Ao mesmo tempo, também terá oportunidade de verificar como a vida intensa deste teatro ultrapassou - em muito - tal componente, concretizando assim a sua verdadeira dimensão municipal, que o levou a afirmar-se como um dos polos culturais na Madeira.

Abra o livro e, de poltrona ou cadeira, na plateia ou no camarote, (re)viva e disfrute de Récitas e de outras grandes e pequenas peças, de Zarzuelas, de Revistas e Musicais, de Bailados, de Óperas e Operetas, de Joguetes e até de cançonetas, para além dos Dramas, das Tragédias e das Comédias e de tudo o mais (e como foi imenso!) que teve lugar neste espaço e património magníficos, cuja memória esta obra pretende preservar.

Autor:

Paulo Miguel Rodrigues é Doutorado em História Contemporânea pela Universidade da Madeira (Janeiro 2007). Fez os seus estudos de Licenciatura em História (1992) e Mestrado em História Contemporânea (1999) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É o Diretor eleito do Centro de Investigação em Estudos Regionais e Locais (CIERL) da UMa (mandato de 3 anos, 2014-2017) e atualmente é Professor Auxiliar e Presidente eleito da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira. Foi Diretor de Curso do Mestrado em Estudos Regionais e Locais da UMa entre 2007 e 2013. É também investigador do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos (CIEC), da Universidade de Coimbra. Leciona, entre outras, em licenciaturas e mestrados, as disciplinas de História Contemporânea de Portugal, Sociedade e Cultura Madeirense, História das Ideias Políticas e História do Municipalismo. É especialista, tem publicado e realizado investigação no âmbito da História Política e Institucional dos séculos XIX e XX, História da Autonomia da Madeira e História da diplomacia e das relações luso-britânicas.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato