Todo Amor

Autor: Vinicius de Moraes
Género: Poesia
Edição: Nov/2019
Páginas: 280
ISBN: 9789896659103
Editora: Companhia das Letras

 

 

 

Todo Amor reúne cartas, crónicas, poemas e letras de canções de um dos grandes poetas da nossa língua, compondo um painel admirável e emocionante, onde cabem a alegria, a tristeza, o ciúme, a devoção absoluta, o arrebatamento e o arrependimento, o perdão e a traição, a ameaça do fim e a ética de um sentimento que inclui toda a Humanidade.

Aqui está o Vinicius de sempre, como nunca o vimos.
Aqui está o amor de sempre com uma nova intensidade.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Livro de Letras
Orfeu da Conceição

Autor – Vinicius de Moraes

Autor:

Vinicius de Moraes nasceu a 19 de outubro de 1913, na Gávea, no Rio de janeiro, e morreu a 17 de abril de 1980, na mesma cidade. Em 1933, concluiu um Curso de Oficial de Reserva e formou-se em Direito, passando pelos bancos da Universidade de Oxford. Ao seguir a carreira diplomática, residiu em muitos locais, nomeadamente em Los Angeles, Montevideu e Paris. Conviveu habitualmente com intelectuais como Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto e Rubem Braga. O livro O Caminho da Distância marcou a sua estreia literária, em 1933. Vinicius publicaria ainda Forma e Exegese (1935), Ariana, a Mulher (1936), Novos Poemas (1938), Cinco Elegias (1943), Poemas, Sonetos e Baladas (1946) e Pátria Minha (1949). O erotismo marca o seu percurso poético.
A sua relação com a música popular estreitou-se com o encontro com António Carlos Jobim, em 1956, quando este musicou a peça Orfeu da Conceição. Adaptada ao cinema, foi premiada em Cannes e recebeu o Óscar do Melhor Filme Estrangeiro. Da coabitação com a música, a escrita poética de Vinicius tornou-se mais comedida, mais segura e mais exata. Falava agora da vida de todos os dias, da felicidade, da saudade, do amor, da sensualidade, das mulheres. Além de autor, Vinicius foi intérprete da sua poesia, participando em inúmeros espetáculos e gravando muitos discos.
Vinicius de Moraes veio a falecer em 1980 na sua famosa banheira, legando-nos a imagem de um espírito irreverente e eternamente apaixonado.

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