Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa

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Autor: Miguel Real
Género: História de Portugal
Edição: Abr/2017
Páginas: 248
ISBN: 9789896579098
Editora: Planeta

 

 


Uma obra fundamental para todos os que se interessam pela história, cultura e identidade nacionais, e que nenhum estudante ou investigador desta área poderá ignorar.
A história de Portugal revisitada desde os seus mitos fundadores, antes da criação da nacionalidade.

Da autoria de Miguel Real, que para além de romancista se tem afirmado como um dos mais destacados estudiosos de temas da Cultura Portuguesa da última década.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Nova Teoria do Pecado
O Deputado da Nação (coautoria)
A Cidade do Fim

Autor:

Miguel Real é o pseudónimo do professor e, também, escritor Luís Martins. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses pela Universidade Aberta, tem publicado ensaio, filosofia, teatro e romance, sendo ainda autor de vários manuais escolares e traduções de obras filosóficas de autores como Descartes ou Leibniz.
Recebeu o Prémio de Revelação nas áreas da Ficção e do Ensaio Literário da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Ler/Círculo de Leitores e o Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol, este último atribuído ao romance A Voz da Terra, também finalista do Prémio de Romance e Novela da APE.
Na área da ficção publicou, entre outros, os seguintes romances: A Verdadeira Apologia de Sócrates, A Visão de Túndalo por Eça de Queirós, Memórias de Branca Dias, A Voz da Terra, O Último Negreiro, O Sal da Terra, O Último Minuto na Vida de S., A Ministra, A Guerra dos Mascates, o Feitiço da Índia e A Cidade do Fim.
É colaborador permanente do JL, Jornal de Letras, Artes e Ideias, onde faz crítica literária.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato