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Autora: Jill Mansell
Edição: Set/2012
Páginas: 336
ISBN: 9789897100390
Editora: Chá das Cinco

 


Não há família mais glamorosa que os Mandeville. O casal de celebridades Jack e Cass Mandeville parece ter tudo — boa aparência, carreiras coroadas de êxito e um casamento maravilhoso.
Os filhos também são incrivelmente talentosos: a Cleo é supermodelo; o Sean é um comediante de sucesso; e embora Sophie, uma adolescente de 16 anos, esconda a sua aparência sob uns enormes óculos redondos e roupa larga, todos veem que existe um belo cisne ansioso por desabrochar. Aos olhos da imprensa, a família Mandeville é simplesmente exemplar.

Mas uma ruiva lindíssima, de seu nome Imogen, aparece para entrevistar Jack e Cass na manhã do quadragésimo aniversário de Jack… e a família fabulosa descobre que afinal talvez não seja assim tão perfeita.
Com Jill Mansell, o amor está sempre ao virar da esquina, com muitas surpresas e grandes doses de humor.

Desta autora no Segredo dos Livros (os mais recentes):
Encontro Inesperado
Amores Proibidos
Pura Malícia
Paixões à solta
Jogos Secretos

Autora:

Jill Mansell vive com o seu companheiro e os seus filhos em Bristol e é escritora a tempo inteiro. Bem... isso não é inteiramente verdade: ela vê televisão, gosta de comer fruta, admira os jogadores de rugby que treinam no campo desportivo atrás da sua casa, e passa horas na internet maravilhada com o facto de tantos escritores terem blogues. Com uma vida movimentada, só quando é obrigada a ficar em casa é que de facto escreve. Os seus livros são já bestsellers e já venderam mais de três milhões de cópias.

Saiba mais sobre a autora em www.jillmansell.co.uk

Comentários  

 
+1 #5 Sónia 2013-03-25 22:17
Como é apanágio de Jill Mansell, cada livro aborda várias estórias sob a perspectiva de várias personagens. Há quem ache - e eu também - que há sempre uma ou outra que se destaque, mas, neste caso, todas elas acabam por ter um papel relevante na narrativa. Nesta obra, o tema principal é a traição, tema central que acaba por ser o elo de ligação entre a maioria das personagens. Se, de início, achei que a autora o estava a fazer de forma bastante humana, para o final descambou um pouco, optando por uma abordagem ligeiramente agarotada. Francamente, não apreciei essa parte, assim como a ausência de uma componente humorística que é patente nos restantes livros.

Como ponto positivo, destaco a referência a problemas de alcoolismo, questões raciais e suas consequências. Também o tom divertido que Jill Mansell imprime às suas obras, mas que nos permite alguma reflexão sobre esses temas.

Bom para algumas horas de entretenimento, bem como para pensar um pouco nas nossas escolhas, actos e suas consequências.
 
 
#4 Raquel 2013-02-05 01:41
Este foi, de facto, um daqueles livros que nos deixam sem saber o que dizer. Culparia talvez o facto de não fazer nada o meu género, mas isso não seria totalmente verdade. Apesar de gostar de fantasia, também gosto, volta e meia, de ler um romance. Já tinha ouvido falar bem da escrita desta escritora e das suas histórias, mas talvez tenha começado pelo livro “errado”.
O livro começa na manhã do aniversário de Jack, que celebra quarenta anos. Jack e Cass foram namorados desde a sua infância e estão agora casados e com três filhos. São completamente apaixonados um pelo o outro e este foi um par de que gostei muito, no início pelo menos.
Cass tem uma entrevista marcada para uma revista e quer que Jack esteja presente, mas este não quer, porque o que quer é o pequeno almoço. Então Cass vai para a cozinha, para ser aí entrevistada e Jack fica no piso de cima. Quando ele desce, ignora o pedido dela para se lhes juntar e sai para ir jogar. Magoada por a repórter ter assistido à cena que Jack fez, Cass jura que ele não é assim tão cruel e, por isso mesmo, convida-a para a festa do aniversário de Jack e esta aceita.
A partir daqui, acontece muita coisa que eu não esperava, pois esperava coisas boas. Jack que era louco pela sua mulher, acaba por ter um caso que, apesar de ter sido tentado, ele teria de qualquer maneira. E os cuidados que Jack tem para a mulher não descobrir, são completamente pensados. Ele tem de manter o olhar afastado dos vizinhos, para estes não desconfiarem, pois tem de continuar a parecer um homem respeitável e bem casado.
Acho que, por gostar tanto do casal no início, também eu me senti traída pelas atitudes de Jack. Fiquei muito, mas mesmo muito chateada com ele, que era capaz de ficar de mau humor.
Depois, havia a história de Sean e Cleo. Sean parecia-me bastante parecido com o pai. Logo, também não gostei muito dele, se bem que ele tivesse a desculpa da estupidez por ser jovem e Cleo parecia muito cínica. O que, vendo bem, os transformava em personagens fortes.

Em geral, o livro é bom, mas não me deixou completamente rendida a ele. Terminei-o porque tinha de terminar e porque queria ver como Jack se saía da alhada em que se meteu. Depois, houve aquele fim muito apressado. Estava à espera de outra coisa. Pensava que os livros desta autora eram romances mais divertidos, pelo que ouvi dizer. Mas, como disse anteriormente, devo ter começado pelo errado.
 
 
-1 #3 Maria João 2013-01-21 22:03
Neste novo livro, a autora, mais uma vez, escolhe ter duas personagens principais, em vez de uma só.

Para além disso, eu considero que as personagens secundárias que giram à sua volta, são bem mais do que meramente decorativas. Todas têm o seu papel.

Pessoalmente, gosto mais do casal Cleo e Brad. Com uma dinâmica bem divertida.

Um bom livro para descontrair.
 
 
#2 sílvia 2012-11-26 22:56
Intercalar várias histórias de diversas personagens é mesmo com Jill Mansell.

Foi mais um livro desta autora, agradável de ler. No entanto, sem nada de novo e não achei que fosse dos melhores livros dela.

Faltou a parte humorística e divertida a que já nos vem habituando, pois não notei que houvesse grandes cenas de humor!

Os temas são sempre actuais, a leitura é fluída, gostei das personagens. Mas chegou a uma altura do livro em que parecia não existir um fim à vista! À medida que ia lendo, ia-me cansando do livro. A meu ver, houve também certos momentos um tanto exagerados!
 
 
#1 Vera Mouta 2012-10-14 20:26
A Jill Mansell tem vários livros publicados em Portugal e eu já li a grande maioria, pois é uma autora que aborda as histórias com muito humor e de forma divertida.
Em relação a este livro, não senti isso. Sim, aborda um tema complicado de uma forma leve, mas nada que me divertisse.

Neste livro, a autora não divaga muito por vários casais e personagens. Temos a família Mandeville, que são o ponto fulcral do livro, e algumas personagens com quem eles convivem e vão ter romances.

Algo que notei neste livro, foi o espaço temporal avançar, por vezes, muito de um capítulo para o outro e não sentir um grande avanço na história, isto é, não haver mudanças no decorrer daqueles meses ou anos que passaram.

Gostei dos finais de algumas personagens, mas houve um em particular que me deixou espantada, pois acho que acaba de uma forma que parece ficar em aberto. Pelo menos eu senti isso. Pensei que iria ter algum desenvolvimento mais para diante, mas não aconteceu mais nada.

Anteriormente tinha lido um livro que abordava também este assunto e, pelos vistos, os homens, ao chegarem a determinada idade, têm crises e só quando perdem o que têm por garantido, é que lhe dão o devido valor.
Neste livro, a personagem Cleo pode confirmar que o provérbio popular, não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti, tem muita razão de ser.
 

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"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato