Viagens sem Bola

Autor: Rui Miguel Tovar
Género: Literatura de Viagens
Edição: Jul/2020
Páginas: 176
ISBN: 9789897226557
Editora: Quetzal

 

 


Foi ver jogos de futebol. Mas fala de tudo o resto.

Rui Miguel Tovar é um dos jornalistas portugueses que mais jogos internacionais de futebol viu fora do país. Neste livro, fala de jogos no Qatar, na Argentina, Paraguai, Itália (aliás, na Sicília, na mítica aldeia de Corleone), Espanha, China, Tailândia, Maldivas, Vietname, Chile, etc., etc. Muitas vezes não são jogos de primeira ordem, mas de escalões secundários e até de campeonatos amadores – o que o faz recordar o seu pai, que o levava todos os domingos a ver jogos pela província.

A particularidade destas viagens de RMT é que ele não escreve sobre futebol — mas de tudo à volta dos jogos, exceto de bola: as cidades, a comida, as pessoas, a história de uma região, o modo como se chega a certa aldeia chinesa ou a uma partida de futebol de praia na Tailândia, como se comportam os fãs de um clube argentino, o ator de Holywood que é fã do San Lorenzo (o clube do Papa), as mulheres que assistem – às escondidas – a um jogo no Qatar, etc.
Mostra os ambientes e os cenários, dá a ver um filme inacabado: o de como seria o mundo se ao domingo viajássemos para ver um jogo de futebol amador.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Almanaque da Formação: 80 Anos do Futebol Jovem em Portugal
Fome de Golo

Autor – Rui Miguel Tovar

Autor:

Rui Miguel Tovar nasceu em Lisboa em 1977. Foi o Record que lhe abriu as portas para o jornalismo, a 1 de Novembro de 1995, no dia de um cinzento Panathinaikos-FC Porto (0-0), para a Liga dos Campeões, e na véspera do seu primeiro dia de aulas oficial de faculdade, na UAL, no Cais do Sodré – um local sobejamente (re)conhecido pela escola da vida. Entrou diretamente para a secção de futebol internacional, após rápido ping-pong de perguntas e respostas com o diretor de então, Rui Cartaxana. E por lá ficou até 25 de Janeiro de 2009, sempre na mesma secção, e com duas licenças sem vencimento pelo meio, para se dedicar aos almanaques de Benfica, Seleção Nacional, Euro-2004 e Sporting, entre 2003 e 2005, através da empresa Almanaxi, fundada por si e pelo amigo João Bruno. Em Fevereiro de 2009, embarcou na aventura do jornal i, onde permanece como representante do desporto. A faculdade da vida, essa, está incompleta (3.º ano de Ciências da Comunicação). Da escola, nem se fala…

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