Vive e Deixa Morrer

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Autor: Ian Fleming
Reedição: Mar/2010 (2ª Edição)
Páginas: 206
Editora:
Contraponto

Mr. Big – senhor do mundo do crime nova-iorquino, líder do culto vodu Viúva Negra e membro da SMERSH, a poderosa organização soviética – é um dos oponentes mais perigosos que Bond alguma vez enfrentou. Esta nova missão, quase suicida, vai levar 007 dos clubes duvidosos do Harlem às ilhas da Florida e ao luxuriante Caribe.
Bond volta a estar bem acompanhado por uma bela e misteriosa mulher, Solitaire, prisioneira de Mr. Big, que não a deixará escapar facilmente. O duelo final acontece na Jamaica’s Shark Bay, onde 007 terá de enfrentar os mortíferos dentes dos tubarões... se quiser capturar um peixe maior.

Autor:
Ian Lancaster Fleming (1908-1964), nascido na aristocracia inglesa, foi o escritor e jornalista que criou a personagem James Bond, mais conhecido como Agente 007. Aquando do início da Segunda Guerra Mundial, começou a trabalhar como correspondente no jornal londrino Times e na agência de notícias Reuters, em lugares “imprevisíveis” como Berlim e Moscovo. Foi justamente na cidade russa que travou conhecimento com a arte da espionagem. Algum tempo depois, já fascinado pela ideia, ingressou no Serviço Secreto da Marinha Inglesa e, tal como a sua ilustre personagem, chegou ao posto de comandante, experiência que o ajudou a tornar-se rapidamente um dos autores mais empolgantes e prolíficos da história das novelas de espionagem. Fleming criou um ícone dos anos da Guerra Fria; foi uma questão de tempo para que o tema da espionagem e o agente secreto mais sedutor e perigoso chegassem ao cinema. Ian Fleming morreu de ataque cardíaco em Kent, Inglaterra, a 12 de Agosto de 1964.

Comentários  

 
#1 Sebastião Barata 2010-04-20 02:34
Os livros de Ian Fleming, nos quais se basearam os guiões dos filmes de James Bond, não têm muito a ver com os filmes. Efectivamente, o autor escreve muito bem e as histórias são agradáveis de ler, mas não têm o atractivo que lhes foi dado pela realização cinematográfica . As personagens não têm o mesmo brilho, os cenários são menos espectaculares e os acontecimentos menos empolgantes. A história desenrola-se com uma fleuma tipicamente britânica que não consegue agarrar o leitor como o filme agarra o espectador. Penso que os livros se venderiam muito menos se não tivessem sido adaptados ao cinema.
No entanto, está tudo lá. James Bond consegue vencer sempre os vilões invencíveis, estes morrem e ele fica-lhes com a namorada.
No caso concreto do livro Vive e Deixa Morrer, o agente 007 é o sortudo a quem tudo corre bem, apesar das mazelas de que não se livra; o vilão é um perigoso contabandista de ouro e pedras preciosas; a “queridinha” apaixona-se pelo nosso herói, como não podia deixar de ser, deixando o mauzão da fita cheio de ciúmes. Claro que este acaba sendo vítima das suas próprias armadilhas e é engolido pelos tubarões e pelas barracudas, enquanto James Bond vai gozar umas merecidas férias na companhia da sua nova conquista. O costume.
Um livro para descomprimir. Bom para ajudar a passar o tempo no autocarro ou no combóio.
 

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